Banco Digital Resíduos 2

BANCO DIGITAL DE BOAS PRÁTICAS SOCIOAMBIENTAIS
RESUMOS CASES BENCHMARKING – TEMÁTICA GERENCIAL
RESÍDUOS

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Alumar – Consórcio de Alumínio do Maranhão
Case:
 Alteamento de depósitos de resíduo
Cidade: São Luís
Estado: MA
Responsável: Márcia Rosana S. Seba Salomão
Cargo: Eng. Civil CS

Resumo: A metodologia consiste em depositar o resíduo úmido em diques de pequena altura (45 cm) e não erodíveis, construídos na superfície de uma Área de Resíduo de Bauxita (ARB) existente, área esta cuja capacidade original de estocagem de resíduo já se encontra esgotada, permitindo deságue do excesso de água para a área de resíduo de bauxita vizinha. A construção dos diques é feita com resíduo plástico e também utilizando o próprio resíduo de bauxita como material de construção. A Área de Resíduo de Bauxita 2 (ARB2) começou a receber a implantação do Upstream em 2000. O primeiro dique (mais alto e robusto por ser o dique de partida),foi construído com tijolos refratários oriundos da Redução da Empresa, um dos resíduos da fábrica aproveitados no projeto. Os diques sucessivos foram construídos utilizando-se tubos de geotêxtil (1,5 m de comprimento por 25 cm de diâmetro) preenchidos com resíduo plástico prensado (copos, garrafas, sacos) também oriundos da Empresa. A ARB2 permaneceu em operação pelo método Upstream Stacking de 2000 a 2004 e recebeu 1.500.000 m³ adicionais de resíduo, aumentando sua vida útil em aproximadamente 40%. A Área de Resíduo de Bauxita 3 (ARB3) encontra-se em operação recebendo resíduo por Upstream Stacking desde 2007 devendo permanecer assim até o final de 2009, o que aumentará sua vida útil também em aproximadamente 40%. Edição 2009

 

AmBev – Companhia de Bebidas das Américas 
Case:
 Gestão de Recursos Hídricos e Reciclagem de Resíduos
Cidade: São José dos Campos
Estado: SP
Responsável: Beatriz Botelho de Oliveira 
Cargo: Coordenadora Corporativa de Meio Ambiente

Resumo: Desenvolvido por um grupo multidisciplinar e implantado nas fábricas à partir de 1997, o sistema de gestão ambiental adota práticas que minimizem os impactos, reduza geração de resíduos e consumo de insumos. Por meio de indicadores de ecoeficiência rigorosamente monitorados para atingir as metas estabelecidas de melhoria contínua, os resultados de controle ambiental são auditados através de “rotas ambientais”. Na Gestão de Recursos Hídricos da unidade de Jaguariúna em 2002, houve uma redução de 20 % no índice de consumo de água, e uma economia anual de 686.000.000 litros de água, suficiente para abastecer durante 1 ano uma população de cerca de 8.000 pessoas. A Reciclagem de Resíduos (unidade F Minas) apresenta um aproveitamento de 98% de seus resíduos sólidos gerados. Edição 2003

 

AmBev – Companhia Brasileira de Bebidas 
Case:
 Projeto Programa Reciclagem Solidária
Cidade: São José dos Campos
Estado: SP
Responsável: Renata Sbardelini 
Cargo: Gerente de Marketing Industrial

Resumo: O Programa Reciclagem Solidária – Cooperativas, lançado em 2002, é uma ação da ONG Ecomarapendi por meio do projeto Recicloteca, patrocinado pela AmBev, que tem como principais objetivos a valorização social dos trabalhadores da reciclagem organizados em cooperativas e a minimização dos impactos ambientais da disposição final de resíduos sólidos. Os objetivos são: Promover a valorização social e incentivar o aumento na rentabilidade das populações de baixa renda envolvidas na coleta e na comercialização de materiais recicláveis; contribuir para o resgate da cidadania e para a melhoria da qualidade de vida dos membros das cooperativas e comunidades adjacentes; minimizar os impactos ambientais na disposição final de resíduos sólidos, uma vez que a coleta organizada de recicláveis diminui a quantidade de materiais inadequadamente descartados em encostas, margens de rios e terrenos baldios; reduzir o volume de lixo coletado a ser encaminhado pela municipalidade para destinação final.Edição 2004

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TEMÁTICA GERENCIAL

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Alumar – Consórcio de Alumínio do Maranhão

Case: Redução da Pegada Ecológica por meio da Substituição de Argila por Cinza Leve. 

Cidade: São Luís 

Estado: Maranhão 

Responsável: Marcelo Montini

Cargo: Químico de Aplicações 

 

Resumo: Em 2010, foi iniciada na A. a operação de uma nova tecnologia de caldeira (leito fluidizado) baseada na queima de carvão mineral, tendo como consequência a geração de um sub produto, nomeado como cinza leve. Tendo em vista a meta global de sustentabilidade da Companhia, que é reutilizar 75% dos resíduos sólidos gerados até 2020 e 100% até 2030, iniciou-se um processo para desenvolvimento de aplicações para esse material. A atuação da equipe envolvida fundamentou-se nos príncipios de “Inovação em Rede”, isto é, um modelo de interconexões e engajamento de partes interessadas internas (áreas da empresa no Brasil e no exterior) e externas, tais como associações, universidades, outras empresas e orgãos ambientais. Edição 2012


AmBev – Companhia de Bebidas das Américas
Case:
Gestão de Recursos Hídricos e Reciclagem de Resíduos

Cidade: São José dos Campos
Estado: SP
Responsável: Beatriz Botelho de Oliveira
Cargo: Coordenadora Corporativa de Meio Ambiente
Resumo: Desenvolvido por um grupo multidisciplinar e implantado nas fábricas à partir de 1997, o sistema de gestão ambiental adota práticas que minimizem os impactos, reduza geração de resíduos e consumo de insumos. Por meio de indicadores de ecoeficiência rigorosamente monitorados para atingir as metas estabelecidas de melhoria contínua, os resultados de controle ambiental são auditados através de “rotas ambientais”. Na Gestão de Recursos Hídricos da unidade de Jaguariúna em 2002, houve uma redução de 20 % no índice de consumo de água, e uma economia anual de 686.000.000 litros de água, suficiente para abastecer durante 1 ano uma população de cerca de 8.000 pessoas. A Reciclagem de Resíduos (unidade F Minas) apresenta um aproveitamento de 98% de seus resíduos sólidos gerados. Edição 2003

AmBev – Companhia Brasileira de Bebidas
Case:
Projeto Programa Reciclagem Solidária

Cidade: São José dos Campos
Estado: SP
Responsável: Renata Sbardelini
Cargo: Gerente de Marketing Industrial
Resumo: O Programa Reciclagem Solidária – Cooperativas, lançado em 2002, é uma ação da ONG Ecomarapendi por meio do projeto Recicloteca, patrocinado pela AmBev, que tem como principais objetivos a valorização social dos trabalhadores da reciclagem organizados em cooperativas e a minimização dos impactos ambientais da disposição final de resíduos sólidos. Os objetivos são: Promover a valorização social e incentivar o aumento na rentabilidade das populações de baixa renda envolvidas na coleta e na comercialização de materiais recicláveis; contribuir para o resgate da cidadania e para a melhoria da qualidade de vida dos membros das cooperativas e comunidades adjacentes; minimizar os impactos ambientais na disposição final de resíduos sólidos, uma vez que a coleta organizada de recicláveis diminui a quantidade de materiais inadequadamente descartados em encostas, margens de rios e terrenos baldios; reduzir o volume de lixo coletado a ser encaminhado pela municipalidade para destinação final.Edição 2004
ArcelorMittal Brasil 
Case: Programa de Sustentabilidade 
Cidade: Belo Horizonte 
Estado: MG
Responsável: Rodrigo Lana de Almeida 
Cargo: Analista de Meio Ambiente
Resumo: A metodologia do projeto consiste em total apoio técnico e financeiro ao produtor florestal. Sem isso não seria possível o projeto obter sucesso do Programa de Sustentabilidade.Vantagens para as comunidades vizinhas: Geração de empregos, negócios e distribuição de renda; Fonte alternativa de renda para pequenos e médios produtores rurais; Aumento na arrecadação de impostos para os municípios de abrangência; Envolvimento das comunidades nos negócios da empresa.Proteção ao Meio Ambiente: Uso econômico responsável e auto-sustentável da madeira plantada, reduzindo a pressão sobre as matas nativas e reservas legais; Recomposição de matas ciliares e proteção de nascentes; Obediência aos padrões ambientais e ao Código Florestal Nacional (averbação da Reserva Legal – RL e preservação da Área de Preservação Permanente – APP); Uso de tecnologias avançadas para aperfeiçoar os plantios e a preservação do meio ambiente; Seqüestro e fixação de CO2 pelas florestas, reduzindo os impactos no clima do planeta. Bons negócios para o produtor florestal: Fonte complementar de renda assegurada; Aproveitamento de terras ociosas e ou degradadas; Geração de renda com outros produtos além da madeira (mel, óleo, sementes etc). Edição 2010
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