Banco Digital Resíduos 5

BANCO DIGITAL DE BOAS PRÁTICAS SOCIOAMBIENTAIS
RESUMOS CASES BENCHMARKING – TEMÁTICA GERENCIAL
RESÍDUOS

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DaimlerChrysler do Brasil  
Case:
 Gerenciamento de Resíduos Sólidos 
Cidade: São Bernardo do Campo
Estado: SP
Responsável: Roni Silva Rosa 
Cargo: Gestor Ambiental

Resumo: O modelo de gestão de resíduos da empresa é uma experiência de gestão ambiental que inclui atividades exercidas de forma economicamente viável e socialmente claras e segue os moldes recomendados pela ISO 14001. Embora os cuidados com o meio ambiente vem sendo praticados desde 1999, a implantação deste modelo de gestão foi iniciada em 2000. Em 2001 recebemos o certificado ISO 14.001:1995 e a partir de então foi dado o impulso para a integração com o Sistema de Gestão Ambiental. A padronização de processos e o planejamento das ações permitiram resultados economicamente positivos e adequação à legislação. A utilização de aterros sanitários e industriais licenciados, para destinação dos resíduos não reciclados ou não reaproveitados é exigência do modelo. O resíduo orgânico proveniente dos restaurantes e resíduos de serviços de saúde provenientes dos ambulatórios médicos são armazenados em câmaras frigoríficas até seu transporte ao destino final. DCBR–SBC conta com duas Centrais de Resíduos, uma área de 1.400 m² para triagem, onde é feita a separação /seleção e armazenamento temporário dos materiais recicláveis e outra com aproximadamente 900 m² para armazenamento dos resíduos classificados como perigosos. Edição 2006

 

 

DIAGEO BRASIL

Título do Case: Todo mundo reciclando vidro.

Resumo: O Programa conseguiu alcançar benefícios nos 3 pilares da sustentabilidade: econômico, ambiental (342mil quilos de vidro coletados e reciclados nos seis primeiros meses) e social (inclusão e capacitação de catadores cooperados).Um aprendizado fundamental.

As parcerias são fundamentais para o sucesso do programa.

Com elas conseguimos garantir o ciclo infinito do vidro: parcerias com donos de casas noturnas para separação das garrafas; parceria com cooperativa para coleta; parceria com fabricante para compra do vidro.

Além das parcerias, o desenvolvimento da Cooperativa é fundamental para a reprodução do case. Não basta apenas a capacitação, é necessário um processo transformacional da forma como gerir a cooperativa, de forma que ela seja operacionalizada como uma empresa e os catadores como empreendedores. Edição 2011

 

 

Duratex S.A.
Case:
 ARM – Área de Recuperação de Materiais
Cidade: Jundiaí
Estado: SP
Responsável: João Carlos Redondo 
Cargo: 
Gerente

Resumo: O projeto visou aliar o tratamento de alta eficiência dos efluentes industriais gerados na fábrica com a possibilidade de reaproveitamento da água tratada e de parte do material sólido extraído desse efluente. Com isso, permitiu a completa integração da Estação de Tratamento de Efluentes ao processo produtivo, fechando o ciclo Uso da água – Geração de Efluentes – Tratamento – Reuso.
O início de operação da Estação de Tratamento de Efluentes deu-se em outubro de 2002. Além da garantia da qualidade do efluente tratado, o que também motivou a elaboração e implantação do projeto foi a possibilidade de reaproveitamento da água tratada para o maior uso desse bem dentro da indústria cerâmica: a lavagem de pisos e equipamentos. Como ganho secundário, houve a possibilidade de reaproveitamento de parte do lodo gerado na Estação como matéria-prima para a própria fábrica, fechando, assim, o ciclo. Esse é o grande ganho do projeto: permitir que a Estação de Tratamento de Efluentes, ou melhor, a Área de Recuperação de Materiais não fosse mais um processo à parte, mas estivesse inserido na cadeia produtiva da fábrica. Edição 2007

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TEMÁTICA GERENCIAL

 RESÍDUOS

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Duratex 

Case: ARM – Área de Recuperação de Materiais
Cidade: Jundiaí
Estado: SP
Responsável: João Carlos Redondo 
Cargo: 
Gerente

 

Resumo: O projeto visou aliar o tratamento de alta eficiência dos efluentes industriais gerados na fábrica com a possibilidade de reaproveitamento da água tratada e de parte do material sólido extraído desse efluente. Com isso, permitiu a completa integração da Estação de Tratamento de Efluentes ao processo produtivo, fechando o ciclo Uso da água – Geração de Efluentes – Tratamento – Reuso. O início de operação da Estação de Tratamento de Efluentes deu-se em outubro de 2002. Além da garantia da qualidade do efluente tratado, o que também motivou a elaboração e implantação do projeto foi a possibilidade de reaproveitamento da água tratada para o maior uso desse bem dentro da indústria cerâmica: a lavagem de pisos e equipamentos. Como ganho secundário, houve a possibilidade de reaproveitamento de parte do lodo gerado na Estação como matéria-prima para a própria fábrica, fechando, assim, o ciclo. Esse é o grande ganho do projeto: permitir que a Estação de Tratamento de Efluentes, ou melhor, a Área de Recuperação de Materiais não fosse mais um processo à parte, mas estivesse inserido na cadeia produtiva da fábrica. Edição 2007

 

Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
Case:
 Confecção de Caixas de Correspondência com Material Reciclado

Cidade: Bauru
Estado: SP
Responsável: Magda Cruciol
Cargo: Supervisora de Ações de Cidadania

 

Resumo: Os carteiros da Agência de Conchas (AC Conchas) tinham dificuldades para distribuir domiciliarmente estas correspondências e consequentemente, realizar suas tarefas alegando que a ausência de caixas receptoras nas residências comprometia a integridade das cartas e a segurança do próprio carteiro que se submetia ao risco de ataques caninos. Segundo os moradores, a aquisição destas caixas representaria uma grande aumento em suas despesas, haja vista que o alto custo da caixa receptora oneraria seus respectivos orçamentos familiares. Mediante a comprometedora situação, os funcionários elaboraram uma ação sócio-ambiental e educacional que mostrasse à população a possibilidade de se construir uma caixa receptora através da reutilização de materiais recicláveis. Edição 2007

 

Furnas Centrais Elétricas  

Case: Pavimentação Sustentável

Cidade: Rio de Janeiro

Estado: RJ

Responsável: Ricardo Sforza

Cargo: Jornalista

 

Resumo: O óleo vegetal residual de fritura é uma substância insolúvel em água e causa prejuízos se despejado diretamente no solo ou na rede de esgoto. Sendo mais leve que a água, o óleo cria uma barreira na superfície que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água. Também causa entupimento na rede de esgoto e mau funcionamento das estações de tratamento. Em função de seu compromisso com a responsabilidade socioambiental, a Empresa verificou que pequenas ações poderiam trazer bons resultados não só para a conservação do meio ambiente, como também para a educação ambiental e para mudanças de atitude de seus funcionários. Assim, a Empresa determinou que a empresa contratada para a prestação do serviço de elaboração e fornecimento de refeições no restaurante situado em sua sede implementasse rotina de recolhimento do óleo residual culinário para transferência para o PROVE, o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, a Empresa implantou pontos de coleta para que seus funcionários pudessem trazer o óleo culinário usado de suas casas. O óleo é adequadamente armazenado na sede da Empresa até o envio para as cooperativas de catadores ligados ao PROVE. Edição 2014

 

GERDAU 

Case: Gerdau – Reciclagem Inclusiva

Cidade: Porto Alegre

Estado: RS

Responsável: Liza Zotz Jaworski

Cargo: Gerente

 

Resumo: A Empresa vem realizando este projeto em parceria com o setor público e ONGs desde 2007, contribuindo para a formalização do setor de recicladores de sucata com ações de significativos benefícios ambientais, sociais e econômicos para a sociedade e integração à cadeia do aço. As principais fases do projeto são: 1. Capacitação com abrangência técnica e de gestão. As Organizações Não Governamentais e instituições de aprendizagem são responsáveis pela multiplicação dos conhecimentos nas áreas de gestão ambiental, planos de negócio, gestão de indicadores e formalização das organizações e executam as consultorias. 2. Fortalecimento das redes intermediárias da cadeia de reciclagem e criação de uma rede nacional de cooperação: Realização de atividades de comunicação e de team building para alinhar as ONGs que executaram as capacitações e consultorias. A rede nacional auxilia na troca de conhecimentos e experiências e apoia as cooperativas de reciclagem na busca por uma posição na mesa de debates de políticas públicas. 3. Sistema de monitoramento para a cadeia de valor: criação de um sistema de indicadores de desempenho para acompanhar e avaliar quantitativamente os resultados de cada cooperativa e os impactos dos programas por meio de rotina. Todas as entidades implementaram um sistema de gestão à vista para fomentar a transparência das organizações. 4. Contribuição para as políticas públicas em nível local e nacional: envolvimento com o poder público (municipal e estadual) no projeto, parceria com organizações que representam as cooperativas como o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e o Compromisso Empresarial para a Reciclagem. As alianças objetivam a busca das melhores práticas e o envolvimento das Cooperativas nos debates públicos para formação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a ser implementado em 2014 pelo governo federal. A nova legislação vai colaborar para a redução dos impactos ambientais dos resíduos gerados por todas as cidades brasileiras a partir de seu correto encaminhamento. Edição 2014


Grupo Baram

Case: Programa de Sustentabilidade: alternativas sustentáveis para resíduos da construção civil.

Cidade: Porto Alegre 

Estado: RS 

Responsável: Estela Kurth

Cargo: Consultora Externa 

 

Resumo: Em dois anos do Programa Baran de Sustentabilidade foram lançados quatro produtos que, juntos, fecham um ciclo de produção sustentável, além de contribuir para diminuir o impacto no setor de construção civil:

– A Usina de Reciclagem de Resíduos Sólidos da Construção e Demolição, para reaproveitamento dos resíduos, inclusive, no próprio canteiro de obras; Massa de Assentamento, produzida a partir dos resíduos da extração da dolomita, é uma significativa alternativa ao cimento; A máquina que produz tijolos a partir do material reciclado triturado, é uma alternativa ao processo de queima do tijolo tradicional, que tem grande consumo de lenha, além do consumo de matéria virgem, como o barro. Tapume para obras produzido com sacolas plásticas, além de dar uma destinação prolongando o ciclo de vida, evita o consumo de madeira na produção dos tapumes tradicionais. Edição 2011

 

Hemorio – Fundação Pro – Hemorio

Case: Projeto INFOCYCLE: reaproveitamento de resíduos eletrônicos e prevenção da poluição ambiental

Cidade: Rio de Janeiro

Estado: RJ 

Responsável: Carlos Henrique Cabral da Costa 

Cargo: Superintendente Financeiro 

 

Resumo: O projeto INFOCYCLE proporciona a atualização e padronização tecnológica de forma planejada com a significativa redução dos resíduos tecnológicos. Durante o projeto piloto foram reaproveitados 60 equipamentos que se encontravam desativados na unidade de saúde, com o retorno de 100% dos equipamentos para uso imediato, suprindo as necessidades de nível crítico na Instituição. Esta prática trouxe como benefícios: Redução do descarte de resíduos tecnológicos de forma descontrolada; Revitalização patrimonial; Preservação do meio ambiente evitando o lançamento de 924 Kg de sucata contendo metais pesados no meio ambiente; Redução do consumo de energia de 50%; Economia de recursos na ordem de R$36.000,00; Desenvolvimento da consciência ambiental, promovendo um comportamento responsável em relação ao meio ambiente. O material eletrônico obsoleto é conduzido para o laboratório de manutenção de hardware para revitalização, reaproveitamento de componentes e atendimento dos setores da instituição ou doação. Evita-se, assim, o descarte de resíduos tecnológicos de forma descontrolada, proporcionando a revitalização patrimonial. Edição 2011

 

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