Comissão Técnica 2011

 COMISSÃO TÉCNICA 2011

Click na foto para ser remetido ao perfil e depoimento do jurado

alicia_painel andre_painel aquino_painel aulicino_painel
Alicia Torres – Montevidéo
uruguai
Andre Saraiva – São Paulo
brasil
Afonso de Aquino – São Paulo
brasil
Antonio Luis Aulicino – São Paulo
brasil
candido_pires_painel germano_painel gunars_painel joao_amato_painel
Candido Pires – Lisboa
flag_portugal
Germano Julio Badi – São Paulo
brasil
Gunars H. Platais – Nova York
eua
João Amato – São Paulo
brasil
luis_fernando mark myriam paola_painel
Luis Fernando Penteado – S.Paulo
brasil
Mark S.  Langevin Washington
eua
Myriam Barbejat – Florianópolis
brasil
Paola Fiori – Milão
italia
sandrine_painel sergio silvia_painel
Sandrine Lage – Paris
 france
Sérgio Rodrigues – Rio de Janeiro
brasil
Silvia Czapski – São Paulo
brasil
 


 

 

9ª Benchmarking Ambiental Brasileiro
Comissão Técnica 2011


A sustentabilidade começa com as boas práticas de um profissional, cidadão ou empresa. Por isto, a importancia do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro que seleciona os melhores cases das instituições que realmente se preocupam com o meio ambiente, com as pessoas e com a sociedade. Empresas que merecer ser reconhecidas e tornarem-se referências neste novo modelo de economia sustentável que está sendo construido, justamente, por estas empresas líderes e com visão.

Alicia Torres Montevideo Uruguai

Mini Currículo: Engenheira agrônoma, com especialização em meio ambiente, e mestrado em Ecologia pela Universidade da República. De 2005 a 2010 foi Diretora Nacional do Meio Ambiente do Ministério da Habitação do Ordenamento do Território e do Ambiente do Uruguai. Presidiu o Programa Nacional de Mudanças Climáticas. É Coordenadora do Rio de La Plata Programa de Formação das Nações Unidas, e Coordenadora de Energia Renováveis e Alterações Climáticas do Centro de Formação para a Integração Regional do Mercosul (CEFIR)

A educação socioambiental é o caminho certo para alcançarmos a sustentabilidade eqüitativa, pois afirma valores e ações que contribuem para a transformação humana e para a preservação ambiental. O Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro estimula a formação de sociedades socialmente justas, ambientalmente equilibradas e economicamente viáveis, que conservam entre si relações de interdependência e diversidade. Isto requer responsabilidade individual e coletiva em nível local, nacional e internacional. A promoção desta formação do indivíduo demonstra de forma clara o exercício da cidadania e da democracia, sendo este um poderoso instrumento de universalização dos direitos à informação, à comunicação, à educação e à cultura, bem como dos outros direitos humanos, sociais e ambientais. Por fim, parafraseando o último princípio do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, afirmo que “devemos ajudar a desenvolver uma consciência ética sobre todas as formas de vida com as quais compartilhamos este planeta, respeitando seus ciclos vitais e impondo limites à exploração dessas formas de vida pelos seres humanos.

André Luis Saraiva São Paulo- Brasil

Mini Currículo: Administrador de Empresas com especialização em Gestão Ambiental. É Diretor de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE (Associação Brasileira da Industria Eletroeletrônica); Conselheiro do COEMA (Conselho Temático Permanente de Meio Ambiente da CNI), e do COSEMA (Conselho Superior de meio Ambiente da FIESP). Membro Permanente da Câmara Ambiental do Setor de Processamento de Chumbo da CETESB, GT / Revisão da Resolução CONAMA 382 – Emissões Atmosféricas Fontes Fixas – MMA, e GT 257 – Pilhas e Baterias.

Sustentabilidade é a palavra da moda. Porém, o desenvolvimento sustentável pressupõe três condições: ser socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável. Estas condições, somente podem ser atendidas com uma geração e distribuição de energia de forma racional e equitativa, uma vez ser este o insumo comum a todas as atividades humanas. No planeta Terra, com uma população de 7 bilhões de pessoas, a energia mais cara é aquela a qual não se tem acesso, sendo, por isso mesmo, causa e efeito de desequilíbrio entre as nações

Afonso Rodrigues de Aquino São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Quimico (UFRJ) com mestrado, doutorado e pós doutrado em ciências pela USP. Especialização em Divulgação Cientifica pela ECA USP. É pesquisador, Coordenador de Relações Corporativas e do Nucleo de Divulgação Cientifica do IPEN (Instituto de Pesquisa Energéticas e Nucleares). Editor da Revista Brasileira de Pesquisa e Desenvolvimento. Coordenador de Projetos Educacionais da Faculdade de Engenharia da Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP. Autor de livros e capítulos de livros na área ambiental, e de inúmeros trabalhos publicados na área científica e jornalística

O Desenvolvimento Sustentável vem desafiar as empresas inovadoras para que elas continuem a fazer a diferença, considerando o bem para o planeta, a sociedade e sua perenidade de maneira equilibrada. As organizações serão desafiadas a trabalhar de maneira integrada e seus diversos setores estarem integrados, de modo que atinjam os objetivos juntos. Nesse contexto as organizações que trabalharem integradas, internamente, terão facilidade de ultrapassar seus muros e se relacionar bem com os diversos agentes sociais, sendo que muitos deles, estão dentro da própria organização. As pessoas para aderir ao desenvolvimento sustentável terão que se transformar, mudar seus valores. Dessa forma, as pessoas poderão contribuir para que as organizações se transformem e trabalhem em seus projetos, utilizando os valores da sustentabilidade. Nesse caminho o Programa Bechmarking contribui para as organizações utilizarem as melhores práticas, mostrando que é possível fazer diferente e contribuir para o desenvolvimento sustentável

Antonio Luis Aulicino São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Doutor em Administração, pela FEA-USP, International de Management (MBA) – 1996 (Presidents and CEOs): M.I.T. – Boston – U.S.A. Presidente do IDS – Instituto para o Desenvolvimento Sustentável. Foi Diretor Presidente da Eternit S.A., da SAMA, Wagner S.A. Foi do Conselho de Administração e Diretor de várias empresas e associações. É professor do MBAs da FIA e da FGV-PEC. Autor de livros e de diversos artigos científicos

Sustentabilidade é o propósito último de qualquer pessoa, negócio, actividade, processo, sistema, organização, nação e continente que se oriente(m) ou seja(m) orientado(s) por princípios e valores éticos. Permitam-me a ousadia, para afirmar que a origem da maior ou menor sustentabilidade, está vinculado a maior ou menor eficácia da gestão do conhecimento. Efetivamente, não é o bastante ser detentor do conhecimento, este tem que ser sistematicamente divulgado e assim estimular a criatividade individual e coletiva, para que o mesmo se transforme em inovação, para a comunidade, para a sociedade e para o ambiente. Esta iniciativa do Programa com o uso da ferramenta Benchmarking, são claramente um contributo imensurável para Desenvolvimento da Sustentabilidade, pois em si só, encerram um ciclo de inovação, recolhendo informação sobre o conhecimento experimentado, avaliando e valorizando esse conhecimento, divulgando-o sob a forma de boas práticas, promovendo a criatividade, a partilha de experiências, a geração de ideias e a consequente inovação noutras organizações. Que este modelo de inovação, seja duradouro e que induza a muitas “Inovações Sustentáveis”

Candido Pires Lisboa – Portugal

Engenheiro de Produção Metalomecância, Membro fundador da Rede RSO PT, atualmente elemento do Steering Committee da Rede RSO PT, Presidente da Direção do Centro de Solidariedade de Braga – Projeto Homem. Diretor Geral da PROCESS ADVICE, Auditor Certificado pela SAI (Social Accountabilty International) para o referencial de Responsabilidade Social SA 8000, Auditor de Sistemas de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação da LUSAENOR, Consultor Nacional de Benchmarking qualificado pelo IAPMEI de Portugal.

Estamos inequivocamente na era da Sustentabilidade, sendo esta o maior desafio de nosso tempo e indubitavelmente necessitando de divulgação e entendimento por parte de todos os agentes envolvidos na mesma. Sustentabilidade significa repensar de forma ampla todos nossos habitos de consumo e seus impactos no meio ambiente e com isso adotar as ações corretivas necessárias. De fato um Universo Sustentável depende de grandes mudanças na forma de atuar dos agentes: Governos, entidades sociais ( empresas, associações) e principalmente dos individuos. Dentre estes agentes, as empresas são as organizações que tem mais facilidade em implementar mudanças, principalmente considerando o risco de seus negócios mas tambem a rapidez com que suas estruturas podem antecipar e adotar mudanças. Cabe as empresas um papel fundamental de dar o exemplo e tambem de influenciar os demais agentes ( Governos e individuos) de forma a caminharmos em direção ao Universo Sustentavel. Sustentabilidade não é um modismo mas uma necessidade imperativa para o planeta num prazo curto em termos históricos

Germano Julio Badi São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Administrador e pos-graduado em Finanças pela EAESP -FGV, atuou profissionalmente 30 anos como executivo e membro de Conselhos de Administração de Multinacionais e Associações na América Latina e Europa. Compliance Officer por 20 anos . Atualmente Diretor de Negocios Internacionais para a América do Sul da Tire Industry Association e Consultor em gestão estratégica, desenvolvimento de mercados internacionais e projetos de reciclagem de produtos de borracha. Atuou na revisão de legislação sobre a destinação ambientalmente correta de pneus inserviveis assim como nos estudos sobre um melhor uso dos pneus através da extensão de sua vida útil.Coordenador do Grupo de Excelência em Ética e Sustentabilidade , membro do Grupo de Empreendedorismo e Inovação do Conselho Regional de Administração de São Paulo.

A harmonização entre crescimento econômico, preservação ambiental e ganhos sociais, é de fundamental importância para a construção de sociedades mais justas e sustentáveis.

Gunars H. Platais Nova York – USA

Mini Currículo: Engenheiro Florestal (UFRRJ) com Mestrado em Otimização Matemática do Manejo de Recursos Naturais pela Colorado State University e Doutor em Economia e Política de Recursos Naturais pela Universidade de Berkeley na California. É atualmente Economista Ambiental Sênior trabalhando na Vice-Presidência para America Latina e Caribe do Banco Mundial. Especialista em economia de recursos naturais nos processos de formação de políticas e de tomada de decisão, tabalhando em projetos enfocados em serviços ambientais e no nexo agricultura-ambiente com o intuito de facilitar o manejo sustentável das paisagens do meio rural dentro da realidade de mudança climática. É tambem especialista em salvaguardas ambientais assessorando projetos que não causam danos ambientais, e respeitado especialista em Pagamento por Serviços Ambientais que já ministrou cursos neste tema em 8 diferentes países inclusive, no Brasil. Com mais de 25 anos de experiência profissional, trabalhou na maioria dos países da America Latina e Caribe, Ásia e África assessorando governos na formulação de políticas e de legislação no âmbito de recursos naturais e meio ambiente. É autor de diversas publicações na area, e lançará em brevem livro sobre o Programa de Serviços Ambientais da Costa Rica. Representa o Banco Mundial em foros internacionais na sua area de especialização.

O tema sustentabilidade ganha a cada dia mais destaque nos meios empresariais, governamentais, acadêmicos, na mídia e na sociedade de maneira geral. Questões específicas, tais como impactos ambientais negativos da produção industrial, aquecimento global, relações de trabalho mais justas, combate à exploração do trabalho infantil, investimentos socialmente responsáveis (responsabilidade social empresarial), consumo socioambientalmente responsável, destacam-se como assuntos de elevada importância, demandando soluções urgentes. Neste sentido, a Engenharia de Produção, que tem como objeto de estudo a gestão dos sistemas integrados de homens, máquinas/ equipamentos, instalações, materiais, energia e meio ambiente, deve se alinhar às demandas dos novos tempos, buscando desenvolver novos conceitos, princípios e modelos destinados à concepção e o desenvolvimento de produtos e processos produtivos que, além de viáveis do ponto de vista técnico-econômico, sejam alinhados às novas exigências sociais e ambientais.

João Amato São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Professor titular do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PRO/ EPUSP). Coordenador do núcleo de pesquisa Redes de Cooperação e Gestão do Conhecimento (REDECOOP), professor da Fundação Vanzolini, professor convidado no programa MBA da FIA/ FEA-USP e consultor nas áreas de qualidade & produtividade e organização industrial. Livre-docente pelo PRO-EPUSP, realizou pós-doutorado pelo Dipartimento di Economia e Direzione Aziendale da Università C’a Foscari di Venezia, doutorado em Engenharia (Engenharia de Produção) pela EPUSP, mestrado em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV) e graduação em Engenharia de Produção pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP). É co-editor da revista Gestão & Produção (UFSCar), membro do conselho científico da revista Produção (ABEPRO) e da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), líder do grupo de pesquisa Economia da Produção e Engenharia Financeira (EPEF) do PRO-EPUSP e membro do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da Universidade de São Paulo (NPGT/ USP) e do Grupo de Estudos em Economia Industrial (GEEIN), do Departamento de Economia da UNESP. Possui diversos artigos publicados em jornais, anais de eventos e periódicos nacionais e internacionais.

Um dos grandes desafios atuais do tema sustentabilidade está na recuperação de seu conceito inicial, dos fatores que contribuíram e, principalmente, justificaram seu nascimento, para então conseguirmos selecionar em quais lugares, doutrinas ou práticas ela [a sustentabilidade] realmente se encontra, evitando-se ampliar ainda mais a banalização desse tema tão importante para nossa sociedade

Luiz Fernando Freitas São Paulo/Brasil

Mini Curriculo:Advogado e Mestre pela PUC-SP, na disciplina de Direitos Difusos e Coletivos, com ênfase na área de Meio Ambiente, tendo por orientadora a Desembargadora Consuelo Yatsuda Moromizato Yoshida, sendo o título da dissertação “Os Créditos de Emissões Atmosféricas Reduzidas e a Responsabilidade Civil Ambiental”. Especialização em Gestão Empresarial de Negócios pela FIA-USP. É Auditor Ambiental de ISO 14.001 certificado pela Fundação Vanzolini (USP), Professor dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da PUC, FGV e FAAP, e, Assessor Jurídico da Fundação Agencia da Bacia Hidrográfica do Alto-Tiete, Estado de São Paulo.

Acredito que governos e associações representativas precisam mostrar a viabilidade do desenvolvimento sustentável para os cidadãos e empresas do setor privado, mas as empresas são mais adeptas de desenvolver as melhores praticas e os benchmarks que todos nós precisamos para aprofundar a sustentabilidade das nossas atividades econômicas e sociais. O Programa de Benchmarking Ambiental Brasileiro cultiva um terreno fertil para que as diversas entidades govermentais, associações representativas de produtores, trabalhadores, acadêmicos, e comunidades, as empresas, e os cidadãos podem colaborar pela difusão dinâmica da metodologia de benchmarking e das práticas de sustentabilidade em todos os setores da economia

Mark S. Langevin Washington – USA

p s Mini Curriculo: Ph.D. em Ciência Política, mestre em Estudos Latino-Americanos da Universidade do Arizona em Tucson, e B.A. em Liberal Arts com enfase em Saúde Pública pela The Evergreen State College em Olympia, Washington-EUA. É Diretor de BrazilWorks, e Professor de Política da Universidade de Maryland University College (UMUC), Professor de Administração Pública de Walden University. Pesquisa e escreve sobre políticas energéticas e climáticas e as relações bilaterais Brasil e Estados Unidos em varias publicações

As atitudes que efetivamente contribuirão para a garantia da sustentabilidade devem estar presentes em nosso dia a dia de várias formas e não apenas na versão material, exemplificada pelas práticas de reciclagem ou de melhor aproveitamento dos recursos naturais, como a água, os combustíveis, a energia, etc. A versão humanista/social parece ser mais difícil, pois exige mudanças mais profundas, que se iniciam dentro de nós, ao reavaliarmos nossas crenças, hábitos e até as emoções, que são responsáveis pela energia que nos move às ações. Através deste novo estado de atenção, será mais fácil identificar a qualidade de nossos relacionamentos nas diversas esferas sociais de nosso convívio. Ou seja, se promovemos o ser humano, se somos éticos, se respeitamos as diferenças, certamente nossas atitudes estarão no caminho da sustentabilidade, e do melhor aproveitamento de nossas próprias energias, tanto dentro quanto fora das organizações

Myriam Eugênia Ramalho Prata Barbejat Santa Catarina/Brasil

Mini Curriculo: Engenheira Mecânica (UFF), com mestrado em Termociências (PUC-Rio), doutorado em Engenharia de Produção (UFSC), com o titulo “Relacionamento entre sócios em empresas de base tecnológica” e Especialização em Empreendedorismo (UFSC). Atualmente é professora na UFSC, atuando nas disciplinas de Gerenciamento de Projetos, com ênfase em Gestão de Conflitos, de Ética e Exercício profissional e de Planejamento Industrial, com ênfase em Sustentabilidade e Responsabilidade Social. É Coordenadora do Núcleo Disciplinário de Engenharia Mecânica e de Produção do Grupo Montevidéu (AUGM).

Acreditamos firmemente que a sustentabilidade faz sentido nos negócios e principalmente, agrega valor a longo prazo para as empresas que querem ser líderes de mercado. Somente através de uma gestão eficiente e transparente é que podemos comprovar a sustentabilidade nas empresas. Essencial para isto, é a comunicação baseada em um profundo conhecimento e compreensão da abordagem única de cada organização e sua relação com a sustentabilidade, o seu envolvimento contínuo com as partes interessadas, e as mensagens claras e consistentes para suas comunidades. O Programa Benchmarking, representa esta transparência e abordagem, com conhecimento profundo dos modelos e indicadores de cada empresa participante

Paola Fiori Milão – Itália

Mini Currículo: Especialista em direito ambiental, Comunicação e Marketing Verde. É jornalista e fundadora da ETICAMBIENTE® sustentabilidade Management com sede em Milão, Italia. Há mais de uma década se dedica a gestão da sustentabilidade para organizações publicas e privadas de diversos países da Europa. Estratégias, campanhas, programas, e práticas dentro dos princípios da ética, responsabilidade social e preservação ambiental foram desenvolvidos e implementados sob sua coordenação

Necessitamos de um modelo que passe em economia como em ecologia. E que não esqueça de carregar no seu DNA as sementes da felicidade, bem como a promoção da pluridisciplinaridade e, ainda, a participação de todos os públicos. Raramente ouvi queixas de pessoas que apostam num trabalho pelo qual são apaixonadas. Raramente ouvi outros dizerem que se trata de maus profissionais. Raramente ouvi que fossem vítimas do desemprego. Ouvi, sim, que se interessam pelo trabalho que desempenham, pela organização na qual trabalham, pelos colegas e, cada vez mais, pela comunidade e com o facto de fazerem a diferença. Adicionalmente, percorrem sempre o “extra-mile”, sendo mais propícios a pensar “out-of-the-box”. O que sucede com os talentos sucede frequentemente com as melhores organizações: envolvem-se (antes de se desenvolverem). E é fundamental poder partilhar e comparar as suas práticas para contribuirmos para a educação efectiva de uma mudança de comportamento na (e da) sociedade

Sandrine Lage Paris – França

Mini Currículo: Autora do livro “sustentabilidade na mídia: o poder de (in)formar”; mestre em Sustentabilidade, pela Universidade de Cranfield (Reino Unido); doutoranda na Sorbonne (França). Foi jornalista e editora, tendo lançado projectos pioneiros em Portugal nas áreas da responsabilidade social e da sustentabilidade. Especializou-se em comunicação da sustentabilidade e frequentou diversos cursos em Inglaterra e no Brasil. É convidada regularmente pela comunidade acadêmica, pelo mundo empresarial e pela mídia para debater (e escrever sobre) a temática (Brasil, Moçambique e Portugal).

Ao estimular a disseminação dos melhores exemplos de gestão socioambiental corporativa, o Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro oferece uma contribuição inestimável para a cultura da sustentabilidade. O sucesso da iniciativa é plenamente comprovado pelo fato de, em 2011, estar sendo realizada a nona edição do Benchmarking, que divulga as boas práticas entre empresas de vários portes e setores.

Sergio Rodrigues Costa Rio de Janeiro – Brasil

Mini Currículo: Jornalista, Sócio-Diretor da Insight Engenharia de Comunicação e editor das publicações Case Studies – Revista Brasileira de Management e CEO Brasil (PwC). Foi editor de Economia do telejornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, subeditor de Economia de O Globo e repórter especial do Jornal do Brasil e do Correio Braziliense. Chefiou a assessoria de comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Sustentabilidade é uma premência que se tornou moda. Inspira iniciativas sérias – que merecem ser reconhecidas e replicadas –, mas também outras que não passam de green washing. Também há empresas (ou comunidades) em que um setor desenvolve ações exemplares de sustentabilidade, sem que a corporação possa ser vista como sustentável, em seu todo. O Benchmarking tem o mérito de ressaltar bons exemplos, cases (não necessariamente realizações da empresa como um todo) que podem inspirar novas iniciativas positivas. Trata-se de um dado importante, para quem lê os resultados

Silvia Czapski São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Jornalista especializada em questões ambientais e de sustentabilidade, colaboradora do Valor Econômico (cadernos especiais) e revista Carta Capital Jornalista formada na USP, com cursos em Londres e Paris e estágio no New York State Department of Environmental Conservation, EUA. Desde 1986 atuando com os temas meio ambiente, sustentabilidade e cultura, recebeu vários prêmios jornalísticos, e foi fundadora da Associação Ituana de Proteção Ambiental, onde coordenou a área de comunicação, simultaneamente à colaboração com veículos de comunicação. Entre os livros publicados, constam “A Implantação da Educação Ambiental no Brasil” (MEC/Unesco, 1998), “Os Matizes da Educação Ambiental no Brasil – 1997-2007″ (MMA, 2009), “Mudanças Ambientais Globais. Pensar + agir na escola e na comunidade” (MEC/MMA, 2008, traduzido para três idiomas). Dois novos livros têm lançamento previsto para o primeiro semestre de 2011: “Cavaleiro da Saúde – a saga de Juljan Czapski, criador dos planos de saúde no Brasil” (com André Medici, Ed. Novo Século), “Hortas na Educação Ambiental” (com Maria Célia Bombana, Ed. Peirópolis