Comissão Técnica 2012

COMISSÃO TÉCNICA 2012

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   Adele Santana – EUA
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Alexandre Aguiar – São Paulo

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Backer Ribeiro – São Paulo
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Carlos E. Peralta – Costa Rica

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Celso Scaranello – São Paulo
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Consuelo Yoshida – São Paulo

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 Fabio Augusto Vitta  – São Paulo

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Fernanda Daltro – Brasília

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Gérard Chuzel – França

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 João Salvador Furtado – São Paulo
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 José Renato Santiago – São Paulo

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 Lilian Outtes Wanderley – Holanda
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Maria Cecília Prates – R. Janeiro

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Manuel de Souza Aroso – Portugal

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Manoel  G. Rodrigues – Rio de Janeiro
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Maria Isabel Munoz – Chile
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 Maria Raquel Marques – Minas Gerais
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Socorro Correa- Amazonas
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 Valéria Barbi – Italia

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Yara Consuelo Cintra – Rio de Janeiro

 

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10° Benchmarking Brasil

Comissão Técnica 2012 

Ordem Alfabética


É tempo de conscientizarmos que a preservação do planeta esta em nossas mãos. Nossos valores afetam o futuro das próximas geracões. As empresas estão no centro da transformação dos sistemas, e, das tres esferas sociais (econômica, governamental e sociedade civil), a econômica é a única que gera riqueza. Nós precisamos fazer uma releitura da função real das empresas na sociedade. Práticas sustentáveis vão desde o controle da poluição até a redefinição do produto/servico e o fomento de estilos de vida compátiveis com um futuro sustentável. As empresas que se comprometem com este ideal passam a criar “valor sustentável” que, por sua vez, cria vantagem competitiva. Assim, a busca de resultados sociais e ecológicos leva ao aumento dos resultados econômicos no longo prazo.  

Adele Santana – Iowa – Estados Unidos

Mini Currículo: Pesquisadora e Professora de Politica e Estrategia de Negocios para o Desenvolvimento Sustentavel da Universidade de Northern Iowa, EUA. PhD (Ambiente de Negocios, Etica e Politicas Publicas) pela Universidade de Pittsburgh, EUA; MS (Comportamento Organizacional e Gestao de Recursos Humanos) e Especializacao Latu Sensu em Administracao de Empresas (Financas) pela Fundacao Getulio Vargas, Sao Paulo, Brasil; BS (Engenharia Civil) pela Pontificia Universidade Catolica de Campinas, Brasil.

Sustentabilidade requer mudar e inovar. Mudança e inovação sempre enfrentam barreiras. Mostrar que existem exemplos de como fazer melhor, e que existem resultados palpáveis, é fundamental para incentivar novos avanços e transpor mais e mais obstáculos.  

Alexandre de Oliveira e Aguiar – São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Engenheiro Químico pela Escola Politécnica da USP, Especialista em Gestão ambiental pela USP, Mestre e Doutor em Saúde Pública com concentração em saúde ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Atualmente é professor do Programa de Mestrado Profissional em Gestão Ambiental e Sustentabilidade da Universidade Nove de Julho – Uninove. Atua também há mais de dez anos em cursos de especialização e MBA em instituições como Faculdade de Saúde Pública da USP, IECAT/FEI, FATEC e Instituto Mauá de Tecnologia. Tem sido orientador de diversos trabalhos de conclusão de curso nas áreas de resíduos sólidos, manufatura reversa e sistemas de gestão. Tem mais de dez anos de experiência como consultor e auditor de certificação em sistemas de gestão ambiental ISO 14001 e sistemas de gestão de segurança do trabalho OHSAS 18001.

Sustentabilidade é uma quebra do paradigma do desenvolvimento que temos hoje, é uma nova forma de conduta do homem perante a natureza. É uma revisão do modus economico, onde operam as corporações, para um modus humanista, onde a qualidade de vida e a preservação ambiental dos bens naturais é fundamental para a sobrevivencia de todos. Se trata de uma nova cultura que precisa ser absorvida pelas organizações para garantir a perenidade da corporação ao longo dos anos, sua própria existencia no futuro, sua própria sustentabilidade. O Programa Benchmarking Brasil aponta esse norte

Backer Ribeiro Fernandes São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Relações Públicas, diretor executivo da Communità Comunicação Socioambiental. Trabalhou na Fundação Abrinq, Publicom Ministério da Educação, Comunidade Solidária. É Doutorando em ciências da comunicação e Mestre em comunicação social pela Universidade Metodista de São Paulo. Professor conferencista da ECA/USP, e ex-professor de graduação e pós-graduação da FAAP, FIAMFAAM, Cásper Líbero, Metodista, Braz Cubas, Instituto Mauá, IPT, dentre outras.

A questão ambiental é um signo marcante da nossa época; ela é subversiva, permeia e questiona a relação do homem com a natureza. As evidências demonstram que o nosso estilo de desenvolvimento é insustentável a longo prazo, e que os limites da natureza acabarão frustrando as nossas aspirações de prosperidade. Um dos maiores desafios do cidadão do século 21 é a construção de uma sustentabilidade com uma visão prospectiva, que valorize e respeite o equilíbrio ecológico como requisito sine qua non para a vida no planeta e para o bem-estar humano. Sem dúvida, o Programa Benchmarking Brasil é uma importante iniciativa para a construção de uma cidadania fundamentada numa racionalidade ambiental que permita integrar o elemento ecológico nas diversas decisões dos seres humanos. 

Carlos Eduardo Peralta Montero – Santa Catarina – Brasil

Mini Currículo: Pós-doutorando em Direito – PPGD da UFSC. Pesquisador do GPDA da UFSC. Doutor em Direito Público pela UERJ. Foi bolsista da CAPES. Integrou o Grupo Institucional de Pesquisa Arquivos de Direitos humanos da UERJ (2008-2009). Possui Graduação em Direito pela Universidad de Costa Rica, Mestrado em Assessoria Fiscal pela Universidad para la Cooperacion Internacional, especialidade em Direito Tributário – Ministério de Hacienda de Costa Rica. Advogado da Área de Derecho Público da Procuraduría General de la República de Costa Rica – Procuraduría Triburária. Professor da Cátedra de Derecho Público da Universidad de Costa Rica – UCR. Prêmio de mérito científico na categoria Estudantes de Doutorado (I Prêmio José Bonifácio de Andrade e Silva, Instituto o Direito por um Planeta Verde, São Paulo, 2010), pela apresentação do trabalho de pesquisa: Extrafiscalidade e Meio Ambiente: Reflexões sobre a tributação ambiental nos ordenamentos jurídicos do Brasil e da Costa Rica.

 

A base da economia verde é formada pela correlação positiva entre crescimento industrial e conservação de recursos do ecossistema e o Brasil é uma potência pela amplitude dos seus recursos ambientais. Ao intensificarmos os esforços para inovação, para o design focado no uso de materiais ecologicamente corretos e no investimento em energias renováveis, estaremos instrumentalizando o desenvolvimento sustentável. A economia verde não tem precedente nem modelo, por isso é muito importante a iniciativa do “Programa Benchmarking Brasil”, proporcionando uma excelente oportunidade de intercâmbio entre as boas práticas de gestão das organizações e assim contribuir para o crescimento sustentável do nosso país

Celso Scaranello – São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Engenheiro Mecânico com especialização em Automatização Industrial, Diretor Vice Presidente da REMESP – Rede Metrológica do Estado de São Paulo. Membro do Conselho Deliberativo da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas e do Conselho Nacional de Acreditação – INMETRO. Coordenador da Rede de Laboratórios do SENAI SP, INOVA SENAI e do Programa SENAI SP de Inovação

 

Ganham importância crescente as estratégias e iniciativas pró-ativas, que visam o envolvimento de todos os setores e atores na gestão estratégica da sustentabilidade sob o tríplice enfoque: econômico, ambiental e social, e que passam a ser incorporadas na formulação e implementação das políticas em geral, do setor público e do setor privado, sendo essenciais para a mudança dos padrões clássicos de governança e dos sistemas de produção e consumo da sociedade capitalista. O Benchmarking Brasil situa-se no contexto deste processo evolutivo rumo à sustentabilidade, tendência contemporânea que se consolida cada vez mais, marcada por mudanças de concepções relevantes, e que torna anacrônica qualquer prática atentatória aos padrões sócio-ambientais de melhoria contínua atualmente vigentes

 

 

 

 

Consuelo Yatusuda Moromizato Yoshida – São Paulo – Brasil

 

Mini Currículo:Desembargadora Federal – TRF 3ª Região, Mestre e Doutora pela PUC/SP, Professora de D. Ambiental (PUC/SP e UNISAL/Lorena), Coordenadora do Curso de Especialização em D. Ambiental e Gestão Estratégica da Sustentabilidade (PUC/COGEAE/SP) e do Projeto do Mestrado/Doutorado Temático em Direito Minerário Ambiental do Convênio PUCSP/VALE S.A. Integrante dos Grupos de Trabalho “Mudanças Climáticas” e “Consumo Responsável” do Ministério da Justiça – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC). Vice-Diretora da Oficina Municipal, escola de capacitação em governança político-institucional, subsidiada pela Fundação Konrad Adenauer. Integrante do Conselho de Administração do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS); da Rede de Mulheres Brasileiras pela Sustentabilidade (MMA/SPM). Embaixadora do Instituto “Trata Brasil”. Palestrante, autora de diversos artigos e obras sobre  sustentabilidade, cidades sustentáveis, tributação ambiental, solução negociada de conflitos sócio-ambientais, temas processuais, entre as quais Tutela dos Interesses Difusos e Coletivos .


 

A Sustentabilidade  implica,  necessariamente, em mudanças comportamentais de pessoas, governos e corporações. O viés desta questão é saber quais atitudes devem ser implementadas, e em qual prazo. As ciências devem estar à frente deste grande processo, detectando os padrões globais e indicando os caminhos a serem seguidos. Ações como a do Programa Benchmarking Ambiental estão numa outra ponta do processo e são de fundamental importância para a implementação dos novos modelos e talvez mais importante: estimular a criatividade dos agentes envolvidos e conscientizá-los e a toda sociedade que é preciso velocidade e comprometimento real com o desenvolvimento sustentável. 

 

 

 

 

Fabio Augusto Vitta – São Paulo- Brasil 

 


Mini Curriculo: Biólogo, formado pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, com doutorado em Biologia Vegetal pela UNICAMP com estágio no The New York Botanical Garden e mestrado em Ciências Biológicas pela USP. Foi Pesquisador Científico no Instituto de Botânica do Estado de São Paulo e Professor Adjunto da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri onde foi também Coordenador do Curso de Ciências Biológicas. Sua atuação em pesquisa foca as áreas da sistemática vegetal, sendo especialista em alguns grupos botânicos, além de levantamentos de biodiversidade e da ecologia de comunidades, em especial em áreas de Cerrado. Possui vários artigos publicados em periódicos científicos brasileiros e internacionais, além de capítulos em livros editados no Brasil e exterior. Atualmente desenvolve metodologias para o ensino de ciências na Sangari Brasil e Coordenador Técnico do FOME, Solution for Hunger desenvolvido pela Plataforma Sinergia

 

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 Sustentabilidade é fruto de uma vontade ativa: é preciso querer praticá-la.  


 

 

 

Fernanda Altoé Daltro – Brasília – Brasil

 
Mini Currículo:Formada em Ciência Política pela Universidade de Brasília, com MBA em Estratégia de Mercados e Comportamento do Consumidor, atua há oito anos no Ministério do Meio Ambiente, onde atualmente responde pela Gerência em Produção e Consumo Sustentáveis, na Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA)


A “economia verde”, elemento estratégico das políticas públicas atuais, oferece novas oportunidades econômicas, mas na medida que seja em um círculo virtuoso de uma competitividade econômica baseada sobre uma lógica de desenvolvimento sustentável. O meio ambiente, como “bem público” por excelência, é um sistema complexo que abrange uma multiplicidade de atores, públicos ou privados, empresas, sociedade civil, instâncias políticas e coletividades locais, com, por um lado, novas expectativas do consumidor-cidadão e, por outro lado, necessidades de inovações e tecnologias de ruptura. Compartilhar experiências é uma chave de progresso e o programa Benchmarking do Brasil está contribuindo para este desafio

 

 

 

 

Gérard Chuzel – São Paulo – Brasil

 


Mini Currículo: Engenheiro agrícola com doutorado em ciência dos alimentos, esteve nos últimos anos à frente do Cemagref, destacado instituto de pesquisa francês nas áreas do meio ambiente e da agricultura. Dirigiu o departamento Ecotecnologias e Agrossistemas e, de 2009 a 2011, atuou como diretor de parcerias industriais e de apoio às políticas públicas. Por duas vezes esteve a serviço do Ministério francês das Relações Exteriores, coordenando os projetos de cooperação em agricultura e ciências e tecnologia dos alimentos: em Cali, na Colômbia, para os países do Pacto Andino, e, de 1993 a 1997, em São Paulo, para os países do Cone Sul. O dr. Chuzel foi também professor visitante na UNESP. Autor ou co-autor de mais de 60 publicações e membro de diversos comitês científicos. Atual Adido de cooperação para a ciência e a tecnologia do Consulado geral da França em São Paulo

 

Sustentabilidade significa agir com boa fé em relação a biocapacidade da Terra de gerar os recursos dos quais dependemos.

João Salvador Furtado – São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Graduado em biologia e doutorado (USP), pós-doutorado na University of North Carolina, Chapel Hill NC, USA; livre-docente (Escola Paulista de Medicina). Pesquisador Científico e ex-Diretor de Comunicações técnico-científicas do Instituto de Botânica (Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo). Professor convidado e organizador de cursos de MBA e sensibilização em sustentabilidade. Conselheiro técnico e co-autor dos modelos de atuação do Instituto Jatobás (DS e ocupação de espaço; Ecopolo de Desenvolvimento Sustentável Municipal; EpS Educação para Sustentabilidade; Pegada Ecológica Municipal; Avaliação de desempenho pra sustentabilidade; inserção de sustentabilidade em práticas organizacionais; Cultura e Sustentabilidade).

Uma ação sustentável não acaba simplesmente a partir da adoção de uma determinada prática. É necessário definir diretrizes e desenvolver uma inteligência que permita a perpetuação de uma política voltada para fazer com que a sustentabilidade seja o ar que qualquer organização respira. O Programa Benchmarking Brasil busca disseminar as formas pelas quais as maiores empresas brasileiras têm respirado este ar puro, inovador e revigorante.

José Renato Santiago – São Paulo – Brasil

Mini Currículo: Mestre e Doutorem Engenharia pela USP com pós-graduação em Marketing pela ESPM. Consultor de Empresas com grande experiência no desenvolvimento de projetos voltados para Inovação, Gestão do Conhecimento, Gestão de Pessoas, Capital Intelectual e Marketing Esportivo. Tem atuado, por mais de 20 anos, em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Engenharia, Construção, Eletroeletrônico, Tecnologia, Tratamento de Água e Bens de Consumo. Autor de dezenas de livros e artigos, dentre os quais se destacam, “Buscando o Equilíbrio”, “Gestão do Conhecimento – A Chave para o Sucesso Empresarial”, “Capital Intelectual – O Grande Desafio das Organizações” e “Os distintivos de futebol mais curiosos do mundo”. Administrador do site www.boletimdoconhecimento.com.br onde publica artigos e ideias cujo tema central é o Mundo Corporativo, com cerca de mais de 10.000 leitores semanais

A Responsabilidade Social das Empresas reflete o  compromisso empresarial para o Desenvolvimento Sustentavel em atividades operacionais/internas e cidadãs/externas. O programa Benchmarking Brasil permite maior visibilidade a casos de relevancia estrategica para a sustentabilidade corporativa que possam inspirar novas praticas no continuo processo de aperfeicoamento em RSE.

Lilian S. Outtes Wanderley– Rotterdam – Holanda

Mini Currículo: Professora e pesquisadora da Universidade Federal de Pernambuco desde 1996, reside temporariamente na Holanda onde leciona e orienta dissertações de Mestrado Profissional na Rotterdam Business School, Hogeschool Rotterdam. Principais interesses de pesquisa: Responsabilidade Social das Empresas, Ética nas Organizações e Teorias Organizacionais. Com formação em Administração Geral – Bacharelado em Administração em 1993 pela UFPE; Mestrado em Administração em 1996 pela UFRGS e PhD em Management Studies em 2005 pela University of Cambridge, é professora convidada no Brasil e no exterior em programas de graduação e pós-graduação, participando de diversos eventos acadêmicos relacionados ao tema RSE

 

Uma organização sustentável é aquela que planeja as suas ações com o foco simultâneo em resultados econômicos, sociais e ambientais. E depois avalia para verificar se esses resultados foram efetivamente alcançados. A contribuição do Programa Benchmarking Brasil está em buscar iluminar iniciativas comprometidas de fato com a sustentabilidade, e não apenas na aparência. 

 

 

Maria Cecilia Prates – Rio de Janeiro – Brasil

 

Mini Curriculo: Economista (UFMG), com mestrado em economia (UFMG/ Cedeplar) e doutorado em administração (FGV/Ebape). Consultora e professora em avaliação de projetos sociais, com diversos trabalhos realizados nessa área. Autora dos livros “Projetos sociais corporativos: como avaliar e tornar essa estratégia eficaz” (Atlas, 2010); e “Ação social das empresas privadas: como avaliar resultados?” (FGV, 2005)

 

 

A sustentabilidade é a resposta ética de que os gestores dispõem para quebrar o ciclo desacreditado e injusto do progresso galopante à custa do aumento de assimetrias e condenador do futuro saudável das próximas gerações. A aldeia-global obriga a que a relação entre os diversos stakeholders seja baseada na boa fé, na justiça, nas melhores práticas de gestão e no respeito pelo equilíbrio entre o que se pede ao ambiente e a forma como se reparte o que este nos dá.

Manuel de Souza Aroso  – Porto – Portugal

Mini Curriculo: PhD, pesquisador assistente convidado no Degi Departamento de Engenharia Industrial e Gestão da FEUP – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e professor convidado em “ética nos negócios” na EGP-UPBS University of Porto Business School. Sócio na Empresa de consultoria “Aroso & Associados-Gestão e Engenharia



A necessidade de abandonar o atual processo de crescimento econômico com forte pressão pela demanda de recursos naturais e, por outro, a adoção de um novo estilo de vida menos consumista e com cidadãos com maior responsabilidade socioambiental, tem como referência um Modelo de Desenvolvimento profundamente ligado na busca de equilíbrio ecológico no planeta e na qualidade de vida do ser humano. Nesse contexto, a Política Educacional terá papel-chave nesse processo quando esta definir o meio ambiente como questão ambiental e começar a assumir a necessidade de educar para um novo padrão de relacionamento meio ambiente e sociedade.

Manoel Gonçalves Rodrigues – Rio de Janeiro – Brasil

Mini Curriculo: Graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialização em Tecnologia da Informação pela UFRJ, mestrado em Engenharia Nuclear e Planejamento Energético pela UFRJ, doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pós-doutorado em Economia em Transporte e Meio Ambiente pela Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis). É consultor, pesquisador e professor universitário com atuação nas áreas de políticas públicas, educação, energia, meio ambiente, economia, transporte sustentável, ética, gestão de negócios e inovação tecnológica. Autor de livros e capítulos de livros na área ambiental, e de vários artigos publicados na área científica e negócios. Atual Pesquisador do Observatório Urbano da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Professor da Universidade Gama Filho (UGF)



Este é um grande grupo de trabalho regional e especializado, destinado a promover um novo entendimento e comportamento para indivíduos, empresas e organizações, que buscam o crescimento com base nas melhores práticas e padrões de equilíbrio para favorecer a sustentabilidade das nossas comunidades e ambientes naturais. Apesar das dificuldades e lacunas, o fato é que o cenário global está mudando e o Programa Benchmarking Brasil nos coloca neste contexto. Cooperar, facilitar, compartilhar e aprender com diversas experiências e iniciativas é uma instância importante de articulação e referência para transformações futuras e consensos sobre Responsabilidade social e Desenvolvimento Sustentável

Maria Isabel Munoz Antonin – Santiago – Chile

Mini Curriculo: Jornalista, Mestre em Comunicação Estratégica  pela Escola de Jornalismo UNIACC.  Especialista em Responsabilidade Social e estratégias de comunicação para empresas e instituições pela Universidad Adolfo Ibáñez (UAI). Foi Diretora do Centro de Negociação e Relações Institucionais  da Universidade Adolfo Ibáñez University (UAI-CNR) e Diretora da Escola de UNIACC de  Relações Públicas e Assuntos Corporativos. Trabalhou para grandes multinacionais, Holdings e empresas: É membro no Grupo de Trabalho ISO26000   (Comitê Industria), e colaboradora no Comitê de Revisão e orientações da OCDE (Ministério dos Negócios Estrangeiros). Consultora de empresas e membro do Centro Nacional dos Consumidores(ONACON) para o Serviço Nacional SERNAC-Consumidor do Ministério da Economia do Chile. Atual Gerente de Assuntos corporativo e de Responsabilidade Social  do Centro  Acadêmico Social e de Desenvolvimento Sustentável da Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso


A forma como agimos é resultado da nossa percepção do mundo. A partir da soberania de uma concepção mecanicista e cartesiana, o homem vem perdendo a capacidade de perceber a vida em termos contextuais, na conexão das partes com o todo e, conseqüentemente nos efeitos que suas pequenas ações podem provocar no planeta e na sociedade. Resgatar essa compreensão da vida e o nosso senso de conexão é a principal tarefa dos educadores. A educação para sustentabilidade requer mais do que a apreensão de conceitos e modelos. Por lidar com a vida, a sustentabilidade implica inserção do indivíduo na realidade, criar consciência da inclusão da pessoa na realidade social e natural.  

Maria Raquel Grassi Ferreira Marques – Belo Horizonte – Brasil

Mini Currículo: é graduada em Economia, Administração de Empresas e Ciências Contábeis, pela PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica), especialista em MBA Empresarial, pela Fundação Dom Cabral – FDC. É Professora e Gerente do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral. Além de Gerenciar projetos de desenvolvimento participa de diversas pesquisas, desenvolvimento de programas e metodologias e publicações sobre o tema, tais como: Questões, Estratégias e Indicadores de Sustentabilidade, Balanços Sociais e Competitividade Responsável. Desenvolve, junto com os gerentes dos diversos programas e projetos da FDC, soluções educacionais que envolvem a temática de sustentabilidade, entre eles o GRS – Programa Gestão Responsável para a Sustentabilidade da FDC, criado em 2003. É Co-autora dos Cadernos de Idéias FDC “Bases da Educação em Sustentabilidade em uma Escola de Negócios e Estratégias Empresariais Brasileiras à Luz da Sustentabilidade”.


O Programa Benchmarking Brasil trata-se de uma ação real em favor da criação de uma consciência coletiva em torno da gestão socioambiental. Premiar as melhores práticas além de valorizar aqueles que são exemplos cria um efeito multiplicador e prova a viabilidade do crescimento econômico com respeito ao meio ambiente e aos seres humanos.

Socorro Correa – Manaus – Brasil

Mini Currículo: Economista graduada pela Universidade do Amazonas; pós-graduada em Economia de Empresas pela Universidade Católica de Brasília – UCB; especialização pela Universidade de São Paulo-USP no curso Formação de Consultores Empresarias e especialização pela Organização Internacional do Trabalho – OIT na área de Desenvolvimento Local. Trabalha no Sebrae/AM em prol de um ambiente favorável para o surgimento, a legalização e o desenvolvimento dos pequenos negócios. Gerencia a Unidade de Desenvolvimento Territorial.



O desenvolvimento que não considera quem ou o que prejudica não é desenvolvimento, mas è o contrário do progresso. A verdadeira grandeza, o progresso real, consiste na nossa capacidade de impor limites a nós mesmos em favor das geracões futuras. Nós sempre falamos, escrevemos e sonhamos sobre o futuro, mas me pergunto quando começaremos de fato a agir para garantir um futuro para nós mesmos e para os nossos filhos. A realização de um desenvolvimento sustentável não cabe somente à política, mas a todos nós cidadãos da Terra: a sociedade inteira deve adotá-lo como princípio guia para as políticas de desenvolvimento, para as estruturas economicas e sociais, para os modelos de consumo e produção e para as várias escolhas que os cidadãos fazem quotidianamente. A minha esperanca é que programas como o Benchmarking Brasil demonstrem que se nós não sabemos como interromper a atual tendência do desenvolvimento, devemos ao menos tentar corrigi-la

Valéria Barbi – Veneza – Itália

Mini Currículo: É licenciada em Jornalismo e Comunicação de Massa (Universidade de Trieste), com mestrado em Relações Internacionais e Diplomacia (Universidade La Sapienza de Roma). Foi pesquisadora visitante no Instituto de Estudos Europeus da ULB em Bruxelas, onde escreveu uma tese sobre as energias renováveis ​​da UE e do quadro de políticas climáticas regulationsand antes e depois da conferência de Copenhague. Tem mestrado em Gestão de Energia e Meio Ambiente (Universidade La Sapienza de Roma), e é escritora e colunista de vários veículos especializados contribuindo regularmente com artigos sobre energia e meio ambiente. Atual pesquisadora na Fondazione Eni Enrico Mattei FEEM (FEEM) para questões de políticas e práticas das mudanças climáticas, negociações internacionais, National CSR e regulamentos da UE, entre outras questões relacionadas com a sustentabilidade.

 



De uma maneira geral, o interesse por questões sociais e ambientais vem aumentando de forma expressiva nos anos recentes. Além disso, a atenção dispensada à gestão e ao desempenho das empresas já não é exercida apenas pelos acionistas e credores, mas por um grupo bem mais amplo de stakeholders, que procuram zelar por interesses não somente econômicos, mas também sociais e ambientais de curto e longo prazo. Vivemos um momento de redefinição de valores e de papéis na sociedade, da qual o mundo corporativo é um dos protagonistas. Sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade social corporativa, dentre outros, são termos que vem sendo absorvidos na cultura das empresas e, gradualmente, ocupam maior espaço nas agendas e uma importância estratégica nas decisões das lideranças empresariais. Nesse sentido, o Benchmarking Brasil é uma iniciativa louvável, pois destaca cases de gestão socioambiental em aplicações empresariais bem sucedidas, que podem e devem ser reproduzidas e/ou inspirar outras empresas a tomarem o rumo da busca pelo desenvolvimento sustentável.

Yara Consuelo Cintra – Rio de Janeiro – Brasil

Mini Currículo: Yara Cintra é Doutora em Controladoria e Contabilidade pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade – FEA, Universidade de São Paulo, e sua tese versou sobre a integração da Sustentabilidade às práticas de Controle Gerencial das empresas. Foi visitante acadêmica no núcleo de pesquisa em contabilidade social e ambiental CSEAR da renomada University of St Andrews, Escócia, Reino Unido. É membro dos grupos de pesquisa em contabilidade social e ambiental: CSEAR – Centre for Social and Environmental Accounting Research, University of St Andrews, e NECMA – Núcleo de Estudos em Contabilidade e Meio Ambiente da FEA/USP. Atualmente é professora e pesquisadora da EBAPE/FGV – Escola Brasileira de Administração Publica e de Empresas, Fundação Getulio Vargas, Rio de Janeiro. É também Diretora Executiva de Sustentabilidade da ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças. Administração e Contabilidade.