Comissão Técnica 2013

Um dos pilares do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro é a sua comissão técnica. O seu formato de composição privilegia a multidisciplinaridade e o envolvimento efetivo de seus integrantes com a temática socioambiental. Compreende nomes consagrados de personalidades e especialistas ligados a entidades de reconhecido valor no Brasil e em outros países. Os critérios de avaliação são transparentes (ver metodologia) e seus membros avaliam a qualidade gerencial das práticas adotadas sem ter acesso ao nome da instituição. O Programa até o momento, contou com aproximadamente 150 especialistas de 17 diferentes países que trabalharam voluntariamente para a seleção e compartilhamento das melhores práticas de sustentabilidade do Brasil.


COMISSÃO TÉCNICA 2013 

Em Ordem Alfabética


Click na foto (ou use a barra de rolagem ao lado) para ser remetido ao perfil e depoimento do Jurado Benchmarking 2013


Adriana_moreira

Alejandro_rebosio

alvaro_pinto

Adriana Moreira 
Brasília/Brasil
brasil 

Alejandro Rebosio
Buenos Aires /Argentina

flag_argentina

Alvaro Paes Pinto

Alberta/Canadá
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fabricio_soler

francisco_neves

jose_kassai

Fabricio Soler Dorado

São Paulo/Brasil
brasil

Francisco Neves
Lisboa/Portugal

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José Roberto Kassai

São Paulo/Brasil

 brasil

joao_alexandre

jose_valverde

julio_bin

João Alexandre Paschoalin Filho

São Paulo/Brasil

brasil

José Machado Valverde Filho

São Paulo /Brasil

brasil

Julio Bin

Auckland/Nova Zelandia

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maria_iodice

mauricio_homma

patricia_kanashiro

Marina Iodice

Londres/Reino Unido

flag_reinounido

Mauricio Homma

São Paulo /Brasil

brasil

Patricia Kanashiro

Washington DC/USA

eua

renato_roldao

ricardo_silva

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Renato Roldão

Beijing City/China

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Ricardo Jorge

Porto/Portugal

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Rui Martins

Lisboa/Portugal

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Benchmarking Brasil

Comissão Técnica em ordem alfabética

Atualmente a maioria das empresas tem alguma politica ou normativa relacionada com sustentabilidade. Mas precisamos mais que palavras, precisamos de ações mensuráveis e transparentes para guiar a melhoria das práticas de gestão das cadeias de valor. Para alcançarmos uma economia ambientalmente sustentável e socialmente inclusiva temos que aperfeiçoar cada vez mais as ferramentas para avaliar e melhorar a “pegada ecológica” das empresas e instituições brasileiras. Vale destacar que esta abordagem pode levar a grande ganhos em eficiência e economia no uso dos recursos naturais.  O programa Benchmarking Brasil é uma importante contribuição neste sentido, com seu papel de motivar talentos e alimentar o “banco de conhecimentos” das boas práticas socioambientais. 

Adriana Gonçalves Moreira – Brasília/Brasil

Mini Currículo: Especialista Ambiental Sênior, Departamento de Desenvolvimento Sustentável, Região da América Latina e do Caribe, Banco Mundial. Bióloga, PhD em Ecologia pela Universidade de Harvard (EUA), a Dra. Moreira é Especialista Sênior do Banco Mundial com mais de 20 anos de experiência em gerenciamento de projetos de gestão de recursos naturais, desenvolvimento rural e mudanças climáticas and América Latina e Africa. Atuou como professora na Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora no The Woods Hole Research Center (WHRC), nos Estados Unidos. Autora e co-autora de quatro livros e mais de cinquenta publicações científicas. Foi fundadora e a primeira presidente do Instituto de Pesquisa da Amazônia (IPAM), e participa do conselho de ONGs nacionais e internacionais, sendo membro do Women’s Coorporate Directors Group (WCD). Recebeu o Prêmio Pirelli Internacional (1998) e o Prêmio Chico Mendes de Florestania (2009) por sua atuação pela conservacão e desenvolvimento sustentável da Amazônia. Distrito Federal/Brasil.

 

O desenvolvimento sustentável está nos objetivos institucionais da Social Team. Cada iniciativa, por menor que seja, deve buscar ser socialmente justa, economicamente viável e ambientalmente adequada. Acreditamos que o homem deve usufruir de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, que, em essência, é direito humano fundamental que assiste todas as pessoas do Planeta. Isto está expresso na Declaração Universal dos Direitos Humanos. O cuidado com os recursos naturais, pressionados, escassos e finitos da Terra é uma responsabilidade a ser compartilhada por todos os povos, governos, empresas, organizações sociais e, especialmente, por cada pessoa, como expressão do comportamento ético necessário para promover as mudanças que a sociedade moderna precisa.

Alejando Rebósio – Buenos Aires/Argentina

Mini Currículo: Sociólogo formado pela Universidad pública de Paris. Em sua trajetória profissional inclui a direção da Divisão Européia das Nações Unidas. Hoje Preside a Social Team,  uma organização social especializada no setor esportivo que trabalha a auto-sustentabilidade dos grupos humanos, a partir do desenvolvimento não apenas material, mas também sóciocultural. A Social Team desenvolve iniciativas no Brasil em parceria com a Fundação Messi. 

 

 

É interessante notar como a maioria das empresas tem utilizado as mesmas praticas de sustentabilidade durante as ultimas tres decadas.  E preciso haver um avanco nas praticas corporativas de sustentabilidade, com inovacoes que possam distinguir as melhores empresas daquelas que simplesmente fazem o e que comum, mas que principalmente, excedam as expectativas de seus stakeholders para que desta maneira, possam se distinguir dentre suas concorrentes, e se tornarem empresas preferidas na sociedade. 

Alvaro Paes Pinto  – Alberta/Canadá

Mini Currículo: Mini Currículo: Engenheiro de minas pela UFMG, com mestrado em ciencias ambientais pela Universidade de Norwich (Inglaterra), doutorado em engenharia ambiental pela Escola de Minas do Colorado e mestrado em Administracao de Negocios pela Universidade de Georgetown (Estados Unidos). Tem mais de 20 anos de experiência internacional nas areas de saúde, segurança, meio ambiente, relações Institucionais e com a comunidade, tendo trabalhado em empresas de grande porte. Atualmente é Diretor do Departamento de Sustentabilidade da Fort Mackay First Nation, localizada na regiao produtora de petroleo (oilsands) na provincia de Alberta, Canada.

 

 

O compliance jurídico ambiental trata-se de importante norteador de condutas, iniciativas, produtos, serviços e projetos voltados à sustentabilidade e nesse sentido o Programa Benchmarking Brasil, pautado pelo extremo rigor da legislação brasileira, tem contribuído expressivamente para a melhoria contínua da gestão socioambiental corporativa, notadamente por conferir credibilidade, transparência e imparcialidade a todo o processo de reconhecimento das práticas que de fato tem potencial de serem replicadas em toda a sociedade brasileira.

Fabricio Soler Dorado – São Paulo/Brasil

Mini Currículo: Advogado especialista, Presidente da Comissão de Direito da Energia da Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo (OAB/SP). Perito habilitado perante a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP). Membro do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da FIESP, da International Solid Waste Association (ISMA); da Associação Brasileira de Advogados Ambientalistas (ABAA); da Associação de Professores de Direito Ambiental do Brasil (Aprodab); Conselheiro do Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP; responsável pela Câmara Paulista de Compensação de Emissões Atmosféricas.  Integrou equipe jurídica que compôs grupo de consultores do Banco Mundial na elaboração do estudo “Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Hidrelétricos no Brasil: Uma Contribuição para o Debate”.

 

francisco_neves
Quando se fala em desenvolvimento sustentável existe uma palavra que, na minha opinião, não deve ser esquecida: JUSTIÇA. Não me refiro à justiça dos tribunais, mas sim à justiça social e ambiental que nos deveria permitir a todos, gerações atuais e futuras, viver de uma forma digna e honesta, num ambiente seguro e não poluído. A atual crise económica que muitos países enfrentam (Portugal inclusive), deverá servir de oportunidade para nos reinventarmos, de redefinirmos as nossas prioridades e colocar o desenvolvimento sustentável como prioridade da nossa sociedade. Para o bem de todos, temos que conseguir conciliar o crescimento económico, o desenvolvimento social e a protecção ambiental!

Iniciativas como o Programa Benchmarking Brasil são excelentes formas de dar a conhecer o que de melhor se faz ao nível da gestão social e ambiental. Aproveitemos então estes bons exemplos, reconhecendo o mérito de quem pensou e implementou estas práticas e incentivzando outros a seguir o seu exemplo.

Francisco Neves – Lisboa/Portugal

Mini Currículo: Engenheiro Ambiental pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Integrada e Responsabilidade Social pelo ISCTE. Único Sustainability Assurance Practitioner certificado em Portugal. Em 2008 foi responsável pela primeira edição do Accountability Rating Portugal, tendo fundado no ano seguinte a BSD Consulting Portugal, empresa através da qual tem desenvolvido a sua atividade de consultoria de sustentabilidade, essencialmente focado nas áreas de comunicação, assurance e diálogo com stakeholders.  É também facilitador do Programa GRI.

 

jose_kassai
Há mais de um século o fundador da GE (Thomas Edison) fornecia baterias elétricas para os carros fabricados pelo fundador da Ford (Henry Ford) e, naquela época, um terço dos automóveis em Nova York já eram movidos à eletricidade e esta tecnologia foi deixada de lado em virtude da exploração de outra fonte de energia muito barata e eficiente, o petróleo cujo preço por barril chegou a centavos de dólares. Este fato histórico reforça o lema do Núcleo de Estudos em Contabilidade e Meio Ambiente (NECMA/USP) diante deste momento de transição para uma economia verde: Se não houver uma ação forte por parte da contabilidade e finanças, que é a linguagem que os mercados entendem, de nada adianta a retórica dos ambientalistas e socialistas. 

José Roberto Kassai – São Paulo/Brasil

Mini Currículo: Professor da FEA/USP, doutor e mestre em controladoria e contabilidade, com especializações realizadas na Bélgica e no Japão, graduado em Ciências Contábeis, pós-graduado em Administração Financeira e em Direito Tributário. Tendo exercido cargos de gerência nas áreas de Contabilidade, Auditoria, Finanças e em Controladoria, ex-Fiscal de rendas, consultor de empresas e conselheiro da FIPECAFI/USP. Autor e coautor, entre outros, dos livros Retorno de Investimento, Compêndio Indicadores de Sustentabilidade das Nações, Civil Economy, Democracy, Transparency and Social and Enviromental Accounting Research Role. Coordenador do Núcleo de Estudos em Contabilidade e Meio Ambiente (NECMA/USP) do Departamento de Contabilidade e Atuárias da FEA/USP, cujos objetivos são: estudar aspectos de mensuração das questões sociais, ambientais e econômicas de empresas e a evidenciação por meio de relatórios integrados de sustentabilidade (IIRC) ou Relatórios Únicos (One Report).

joao_alexandre
Para que a verdadeira sustentabilidade seja efetivamente alcançada no âmbito gerencial devemos primeiramente modificar velhos paradigmas, por esta se tratar de um conceito inovador. O impacto ambiental de uma inovação tecnológica sustentável não deve exceder, ou mesmo se igualar, ao causado por uma tecnologia convencional. Caso isto ocorra com certeza a inovação será preterida 

João Alexandre Paschoalin Filho – São Paulo/Brasil

Mini Currículo: Engenheiro Agrícola pela Universidade Federal de Lavras/UFLA.  Mestre e Doutor em Engenharia pela Unicamp. Atuou como engenheiro na execução de fundações profundas em obras industriais, como a Refinaria de Paulínia/SP da Petrobrás entre outras. É professor titular da Universidade Nove de Julho e revisor científico da Revista de Gestão Social e Ambiental, ISSN 1981-982X Foi membro da comissão editorial da Revista Exacta (São Paulo) (ISSBN 1678-5428), parecerista técnico da revista PAT/UFG (Pesquisa Agropecuária e Tropica da Universidade Federal de Goiás), membro da comissão de fundações da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos), entre outros. 

jose_valverde
A Sociedade Civil assume cada vez mais o seu papel de protagonista na defesa e preservação do Meio Ambiente, outorgado pela “Constituição Verde” de 1988.

Nesse contexto o Benchmarking Brasil & Sustentabilidade se destaca, pois tem através dos anos apregoado e promovido os princípios da gestão ambiental integrada e da responsabilidade compartilhada, além de reunir e apresentar as melhores práticas fundamentadas nos pilares da Sustentabilidade, essenciais para a transição rumo à uma Economia Verde.

José Machado Valverde Filho – São Paulo/SP

Mini Currículo: Especialista em Direito Ambiental (PUC) e Gestão Ambiental (SENAC). Diretor do Departamento de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP e Presidente do Instituto Cidadania Ambiental – ICA. Secretário Parlamentar do Gabinete do Deputado Federal Arnaldo Jardim na Câmara dos Deputados. Coordenou tecnicamente a formulação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), bem como a Política Estadual de Resíduos Sólidos do Estado de São Paulo (Lei nº 12.300/2006).Atualmente na Câmara dos Deputados, acompanha especialmente os Pls sobre: Áreas Contaminadas, Pagamentos por Serviços Ambientais, Biodiversidade e a regulamentação da profissão de Gestor Ambiental.  Autor de vários livros da área ambiental.

julio_bin
Estamos vivendo no século 21 com modelos comerciais e econômicos do século 19.  É preciso que cada individuo, independente de seu papel na sociedade, entenda a urgente necessidade de transformar esses modelos em busca de um desenvolvimento social justo, economicamente sustentável e que respeite os limites biofísicos do planeta. A sustentabilidade não depende somente de novas ideias e processos, mas sim de repensar ou, em alguns casos, abandonar antigos conceitos e paradigmas.

Julio Bin – Auckland/ Nova Zelândia

Mini Currículo: Especialista em Negócios Sustentáveis pelo Programa de Liderança para a Sustentabilidade da University of Cambridge/Inglaterra; Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie/São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Westminster University/Inglaterra. Julio tem mais de 25 anos de experiência como executivo e consultor de organizações em diferentes segmentos da economia, focado em marketing, planejamento estratégico e modelos comerciais e de gestão sustentáveis. Desenvolveu o conceito de Financiamentos para Sustentabilidade e implementou Unidades de Negócios Sustentáveis em instituições financeiras, inserindo o tema na remodelagem  e criação de produtos e serviços financeiros.  Também desenvolveu um extenso programa para o desenvolvimento sustentável do turismo no Brasil e tem ativa participação internacional em projetos relacionados a gestão e sustentabilidade nessa indústria.Atualmente vive na Nova Zelândia e é consultor e conselheiro de organizações no Brasil e Nova Zelândia e tem se dedicado ao desenvolvimento de parcerias tecnológicas, soluções e negócios sustentáveis entre os dois países. 

 

maria_iodice
A responsabilidade social das empresas mudou profundamente na década passada: hoje isso significa operar entre os limites da natureza, e se tornou uma condição necessária para que as empresas possam prosperar no futuro. 

Marina Iodice – Londres/Inglaterra

Mini Currículo: Economista graduada pela Universidade Bocconi de Milão, Itália; pós-graduada em Tecnologias Ambientais pela Universidade Imperial College em Londres, Inglaterra, com especialização em responsabilidade ambiental de empresa. Atualmente trabalha no sector do investimento socialmente responsável na F&C Investments em Londres, empresa de gestão de recursos com mais de US$ 150 bilhões sob gestão, onde ela atua programas de engajamento com empresas cotadas sobre temáticas de responsabilidade social e de governança corporativa. 

 

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O Programa Benchmarking Brasil contribui de forma significativa para estimular uma mudança de comportamento da sociedade, de forma que, num futuro próximo, não precisemos mais ter prêmios para boas práticas socioambientais, pois elas estarão incorporadas como valores fundamentais no cotidiano de todos nós.

Mauricio Homma – São Paulo/SP

Mini Currículo: É doutor em Ciências Sociais: Relações Internacionais pela PUC-SP. Possui graduação em Ciências Políticas e Sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e mestrado em Educação: Currículo pela PUC-SP. Atualmente é professor do curso de Relações Internacionais e coordenador de Responsabilidade Social da Universidade Anhembi Morumbi, promovendo atividades e programas de extensão, empreendedorismo social de jovens e ações socioambientais. Desenvolveu diversas pesquisas no Instituto de Estudos Especiais da PUC-SP, tendo atuado também no terceiro setor e em administrações públicas, em diversos cargos tais como secretário de Educação em Santos-SP, coordenador nacional da Fundação Fé e Alegria do Brasil, consultor em educação e políticas sociais para diversos órgãos governamentais e não governamentais e gerente da área de Direito à Educação da Fundação Abrinq

 

patricia_kanashiro
Empresas implementam estratégias de sustentabilidade em resposta à incentivos e demandas criadas pelo mercado, governo, opinião pública, clientes, funcionários e outras empresas. É nosso dever criar um ambiente institucional que valorize as iniciativas de sustentabilidade e a disseminação destas práticas. É igualmente nosso dever monitorar as empresas para garantir que o discurso da sustentabilidade não seja meramente simbólico mas que de fato gere mudanças de valores na sociedade

Patricia Kanashiro – Washington DC/USA

Mini Currículo: Professora adjunta da George Washington University, em Washington, DC. Candidata ao Ph.D. em Administração e mestre em Economia pela mesma universidade. Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Pittsburgh (bolsista da Fulbright) e bacharel pela Fundação Getulio Vargas – Escola de Administração de  Empresas de São Paulo.  Realiza pesquisa nas áreas de sustentabilidade e governança corporativa. Leciona Economia e Políticas Públicas.

 

renato_roldao
Acredito que o mundo em acelerada transformação em que hoje vivemos só será viavel e uma “casa sustentavel” para toda a humanidade, e em particular para as gerações futuras, se a sociedade como um todo tomar como sua a vontade e obrigação de trilhar um novo modelo de desenvolvimento verde (Green Growth) e de baixo carbono (Low Carbon Economy). A Iniciativa Benchmarking Brasil ao longo das edições anteriores alcançou reputação internacional e provou que funciona. É sem duvida, um catalizador e potencializador das melhores práticas  socioambientais. Acredito que o setor empresasial é parte da solução e tem preparo para ser um “game changer” do paradigma da sustentabilidade.  Trabalho, há varios anos na China, e embora reconhecendo as especificidades de cada um dos países e das diferentes regiões,  julgo que Brasil e China, duas economias emergentes e em rápido desenvolvimento, tem muitos problemas em comum, mas também, muitas licões/ soluções para partilhar além fronteiras. 

Renato Roldão – Beijing City/China

Mini Currículo: Associado do China Carbon Forum (CCF), Presidente do Conselho Consultivo Conselho Empresarial da Embaixada Portuguesa em Pequim, Consultor de Gestão Senior do ICF International em Pequim; e Assessor Especial de Economia de Baixo Carbono EUCTP II (CE Project). Experiente profissional com mais de 10 anos de relevante atuação, principalmente nos campos da política ambiental internacional e Economia; Mudanças Climáticas, Mercado de Carbono / Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL); Sistemas de Comércio de Emissões (ETS); Sustentabilidade Empresarial e projetos de Economia de Baixo Carbono com foco especial na China e Ásia-Pacífico, mas também na América Latina e África. 

 

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A competitividade é um esforço renovado de conhecimento, criatividade e trabalho árduo. Sem empresas competitivas, não há economias competitivas, não se gera riqueza. Hoje em dia as entidades empresariais, além das limitações normais do seu funcionamento, enfrentam um quadro mais restritivo em termos sociais e ambientais, orientado por princípios civilizacionais importantes – igualdade de oportunidades, inclusão e ecologia, nomeadamente. Realçar as boas práticas empresariais nestes domínios, a partir de evidências métricas rigorosas, é um importante contributo para uma economia, não só brasileira, como mundial, mais “desenvolvida”, activa no interface com o tecido social e, portanto, mais sustentável. A edição de 2013 do Benchmarking Brasil será seguramente mais um passo em frente, em direção a esse objetivo. 

Ricardo Jorge Silva – Porto/Portugal

Mini Currículo: Pesquisador na área da economia e finanças, e consultor de empresas e associações empresariais. Licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Iniciou a atividade profissional no sistema financeiro no Banco Português do Atlântico, onde permaneceu durante 10 anos, tendo trabalhado no Gabinete de Estudos e Marketing e na Direção Comercial. Exerceu funções em empresas e instituições de diversas setores de atividade – distribuição alimentar, pescas, gráfica, metalomecânica, calçado e têxtil-lar. Foi docente universitário durante 12 anos nas áreas de Microeconomia, Economia Industrial e Econometria. Atualmente trabalha como consultor de empresas nas áreas de estratégia, inovação e internacionalização e de associações empresariais na área do business intelligence, benchmarking e cooperação .

 

rui_martins
Se efetivamente queremos não comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades (e simultaneamente satisfaremos as nossas no presente), a criação deste futuro sustentável obriga-nos – enquanto Cidadãos individuais e/ou Corporativos – a operar mudanças imediatas nas nossas sociedades e economias actuais cada vez mais interdependentes, complexas e dinâmicas. Das atitudes mais construtivas às mais integradas boas práticas, são estas as mudanças desejadas que tenham impacto nas estratégias e nas operações das empresas, das entidades públicas e das organizações sociais. Nunca como nos dias de hoje a interrelação entre Governance – Responsabilidade Social Corporativa – Sustentabilidade – Comunicação foi tão forte e necessária ao equilíbrio entre os interesses dos Shareholders e dos restantes Stakeholders, com o objectivo de maximizar os objectivos corporativos e ir ao encontro da satisfação de necessidades e expectativas dos múltiplos Stakeholders. É desta abordagem ao desenvolvimento económico e social integrado que resulta a melhoria da qualidade de vida e da sociedade no seu todo! Inspire a mudança… começando por mobilizar internamente a sua Gestão de Topo e Equipa na senda deste futuro sustentável

Rui Martins – Lisboa/Portugal

Mini Currículo: É Director de Comunicação e membro da Direçao Executiva da Dianova Portugal desde 2003, Coordenador Nacional para Portugal junto da Comissão Europeia – DG Home Affairs para o concurso multimédia “Migrantes na Europa” 2013; Coordenador Regional para Portugal da European Association of Communication Directors responsável pela gestão dos eventos Lisbon Regional Debate e Lisbon Coaching Day desde 2008; membro do Comité Internacional e Representante Nacional do World Forum Communication On Top in Davos desde 2009; Professor Assistente Convidado da Universidade Católica Portuguesa (UCP – CBR), no mestrado de Gestão – especialização em Administração de Unidades de Saúde, desde 2009; e membro da Direcção da ESLIDER Portugal, afiliada da Euclid Network – Third Sector Leaders desde 2011. Previamente, desempenhou funções na área de consultoria de Comunicação como Executive Director da Tinkle Lisboa, Associate Director da Hill & Knowlton Portugal, Senior Associate da Burson-Marsteller Lisboa (Portugal) e Trainee na Burson-Marsteller Milan (Itália), tendo trabalhado para clientes como easyJet, Grupo COMSA, Telefónica, Ericsson, American Express, Aventis,  Alcatel, Lotus Developement, Commerce One, Safira, Software AG, Coca-Cola, Knorr Bestfoods, Nestlé Perugina, Heineken e Centromarca. Frequenta actualmente o doutoramento em Ciências da Comunicação, especialização em Relações Públicas, focalizando-se no estudo do trinómio Governance | Responsabilidade Social Corporativa | Gestão de Confiança, no ISCTE-IUL (2012-2015), pós-graduado em Economia Social e Solidária, ISCTE-IUL; Gestão das Comunicações e Multimédia, ISEG – UTL e programa Gestão organizações Sociais, AESE – Escola de Direcção e Negócios, e é licenciado em Gestão e Administração Pública pelo ISCSP – UTL.