Comissão Técnica 2008

6º Benchmarking Ambiental Brasileiro
Comissão Técnica 2008

Um dos pilares do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro é a sua comissão técnica que é única em seu formato de composição, analise e critérios de avaliação. A composição da comissão técnica compreende identificação de nomes consagrados de personalidades e especialistas comprometidos com ações sustentáveis e atuantes em entidades de reconhecido valor representante dos mais significativos segmentos da sociedade. Os critérios de avaliação são transparentes (ver metodologia) e os membros da comissão técnica avaliam a qualidade gerencial do case sem ter acesso ao nome da instituição.

De forma muito feliz nos últimos anos começou a ser utilizado o termo ‘Sustentabilidade Empresarial’ indicando a responsabilidade integral que a empresa reconhece ter sobre os aspectos patrimoniais e econômicos, sociais e ambientais. A noção de sustentabilidade passa, necessariamente, pela visão e atitude ética diante dos negócios, visando sempre a perenidade da organização e a dignidade da pessoa humana. A comparação das melhores práticas, em todos estes âmbitos, é uma forma concreta de promover e incentivar aquelas organizações que contribuem com a consolidação de uma sociedade mais justa e solidária.

Alberto Augusto Perazzo – Presidente do Conselho de Curadores da FIDES – Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social, Brasil

Míni Currículo: Economista com especialização em Marketing e Mestrando em Filosofia. Presidente do Conselho de Curadores da FIDES – Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social. Presidente do Conselho da Oficina Municipal, associado à Fundação Konrad Adenauer. Membro do Grupo de Excelência em Ética e Sustentabilidade do Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo. Vice Presidente da Câmara de Comercio Brasil Argentina em São Paulo. Membro do Conselho de Curadores do Museu e Centro Contemporâneo de Tecnologia do Estado de São Paulo.

Felicito a iniciativa relativa ao Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro a qual constitui um importante contributo para a demonstração das práticas empresariais em prol da sustentabilidade e em sintonia com o desiderato do Desenvolvimento Sustentável, constituindo-se igualmente numa ferramenta de promoção de uma nova cidadania empresarial. É um grande privilégio participar na Edição 2008 do Benchmarking Ambiental Brasileiro.

Antonio Victor Carreira de Oliveira – Membro da Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) e European Sustainable Development Network, Portugal

Míni Currículo: Engenheiro Químico e Mestre em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, Professor Adjunto do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (Portugal), Assessor Principal em matérias de Desenvolvimento Sustentável, Membro de diversos forums da União Europeia em matéria de Competitividade, Energia, Ambiente e Política de Empresa, bem como do Grupo de Alto Nível sobre Responsabilidade Social das Empresas a nível da União Europeia, Membro da Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) e Membro da European Sustainable Development Network.

A necessidade e a criatividade se encontram no Benchmarking Ambiental Brasileiro.

Arcindo Santos – Especialista em Proteção Ambiental do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, USA

Mini Currículo: Após o doutoramento em Engenharia Mecânica e Ambiental em 1988, ocupou os cargos de Professor Assistente no Instituto Real de Tecnologia em Estocolmo, Suécia e de Assessor Técnico do Centro da Biomassa para a Energia em Portugal, sendo pesquisador nas áreas de incineração de resíduos, e combustão de gás natural e biomassa. Nos últimos 15 anos tem atuado como especialista socioambiental em projetos de desenvolvimento urbano e municipal na América do Sul e, em particular, no Brasil.Especialista em Proteção Ambiental do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento (USA).

Toda iniciativa que tem como objetivo mobilizar, sensibilizar e ajudar a comunidade a atuar de forma socialmente responsável, fazendo com que todos possam participar da construção de uma sociedade sustentável e justa deve ser aplaudida. Sinto-me honrado e poder participar da 6º Benchmarking Ambiental Brasileiro.

Carlos Alberto Guimarães Garcez – Vice Presidente SEESP – Sindicato Engenheiros do Estado de São Paulo, Brasil

Mini Currículo: Engenheiro civil e de segurança do trabalho, mestre em Ciências Ambientais pela Universidade de Taubaté, é vice-presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. Coordena desde 1992 o curso de pós graduação em engenharia de segurança do trabalho, da Universidade de Taubaté. É conselheiro do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, onde participa da Camara Especializada em Engenharia de Segurança do Trabalho, da Comissão de Ética e Comissão de Meio Ambiente.

Em nome do ‘Instituto de Apoio às PME e à Inovação – IAPMEI’, felicitamos a organização desta iniciativa pelas actividades que vem desenvolvendo em prol da melhoria da competitividade das empresas brasileiras e agradecemos o convite, que muito nos honra, para integrar a comissão técnica da edição 2008 do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro. Em termos pessoais, perante o cenário de globalização crescente e a necessidade de construir sociedades sustentáveis, a relevância do Bench Mais faz-me SONHAR com uma iniciativa mais alargada, que partilha, divulga e replica Boas Práticas Ambientais num intercâmbio entre os dois lados do Atlântico.

Celina Gil – Direcçao de Promoção da Inovação do IAPMEI – Instituto de Apoio as PME e a Inovação, Portugal

Mini Currículo: Licenciada em Organização e Gestão de Empresas, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa, frequência de pós graduação “Gerir Projectos em Parceria”, na Universidade Autónoma de Lisboa. Ligada, desde 1998, a diversos projectos no âmbito da ferramenta Benchmarking sendo responsável pela gestão e coordenação da iniciativa “Benchmarking e Boas Práticas”. Representa Portugal na European SME Benchmarking Network (ESBN). Integra, enquanto representante do IAPMEI, diversos projectos de promoção da Responsabilidade Social das Organizações.

Um processo de benchmarking está completo quando as práticas de excelência são analisadas pelas empresas e, depois disso, implementadas resultando num aumento da competitividade. Iniciativas como as propostas pelo Benchmarking Ambiental Brasileiro ajudam a mostrar que desenvolvimento sustentável e aumento de competitividade podem caminhar lado a lado.

Cristiane Iata – Benchmarking para Excelência – Instrumentos de Gestão do IEL/SC – Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina, Sistema FIESC, Brasil

Mini Currículo: Engenheira Eletricista (CEFET/MG), Mestre em Engenharia Mecânica (UFSC) na área de Fabricação -Qualidade e Produtividade, Especialista em gerenciamento de Projetos (IETEC/MG), Especialista em Gestão para Excelência (MBA FNQ – SENAI/SC). No IEL/SC, entidade do Sistema FIESC, lidera o Programa Benchmarking para Excelência. É responsável Técnica pelo Programa Melhores Práticas para Excelência Industrial.

As futuras gerações terão que apreender a lidar com a falta de energia, aquecimento global e os desafios do crescimento sustentável. A sociedade contemporânea precisa fugir da armadilha de apenas apontar os problemas que põem em risco a vida no planeta e assumir a responsabilidade de propor ações para garantir nossa sobrevivência em um futuro próximo com qualidade de vida.

Francisco Palleta – Diretor Faculdade de Engenharia e Faculdade de Computação e Informática da FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, Brasil

Mini Currículo: Doutorando em Ciências na área de Gestão Tecnológica pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN e pela Faculdade de Economia e Administração FEA/USP. Mestre em Engenharia de Produção, MBA em Marketing, pós-graduação em Engenharia de Materiais e especialização em Automação Industrial pelo Automation College, Phoenix Arizona.

Para formar os 180 milhões de educadores ambientais de que o Brasil necessita para reverter o processo de destruição de seu patrimônio natural, o caminho estratégico mais rápido e eficaz é o da educomunicação: crianças e adolescentes se apoderando da linguagem midiática para socializar suas experiências de convívio adequado com o ambiente, motivando suas comunidades para seguir seus exemplos.

Ismar de Oliveira Soares – Coordenador do Nucleo de Comunicação e Educação – NCE/USP, Brasil

Mini Currículo: Doutor em Ciências da Comunicação, com pós-doutorado junto à Marquette University, Milwaukee, WI, USA, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, onde coordena o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE/USP). Assessora o Canal Futura e a Fundação Roberto Marinho na formação de seu pessoal no campo da educomunicação, e à FUNDHAS – Fundação Hélio Augusto de Sousa do Vale do Paraiba. Eleito “Educador do Ano – 2007”, em concurso nacional via Internet e Presidente do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação sobre “Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação” (SP, 28-30 de outubro de 2008).

As empresas nos últimos anos ganharam poder econômico e político, e são agentes importantes de mudanças. Muitas delas tem percebido sua importância na sociedade e para o meio ambiente, e buscam mudar a maneira de agir, incorporando ações mais responsáveis nas esferas sociais, políticas e ambientais, que não faziam parte de seu vocabulário até pouco tempo. Para que essas mudanças possam ser mais a regra que exceção e acelerar o processo de mudança é fundamental saber quais as boas práticas, reconhecê-las e divulgá-las.

José Antonio Puppim Oliveira – Membro da ALENE – Associação Latina Americana de Ética, Negócios e Economia, e Professor/pesquisador da Universidade de Santiago de Compostela, Espanha

Mini Currículo: Ph.D. em Planejamento, Massachusetts Institute of Technology (MIT), EUA. Mestre em Ciências Ambientais, Universidade Hokkaido, Japão. Engº pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Autor do livro “Empresas na Sociedade: Sustentabilidade e Responsabilidade Social” (Editora Campus/Elsevier), editor da Revista de Gestão Social e Ambiental. Professor/pesquisador da Universidade de Santiago de Compostela, Espanha.

A comunicação nas diferentes formas e os seus acessos são ferramentas fundamentais para a disseminação de conceitos ambientais e de cidadania aplicados na rotina das cidades. Quanto mais adaptado à velocidade de entendimento da sociedade, mais convergência e atitudes responsáveis no uso dos recursos naturais teremos. O meio ambiente deixou de ser um nicho ou moda, para se tornar um prioridade no cotidiano de todos nós.

Paulina Chamorro – Jornalista Ambiental e Coordenadora de meio ambiente e cidadania da Radio Eldorado, Brasil

Mini Currículo: Jornalista, com especialização em jornalismo ambiental pela Faculdade Cásper Líbero. Foi correspondente da rádio Ventana al Mundo, produzido em espanhol pela Teleproductions Internacional (sediada em Washington- EUA ), e distribuído para mais de 90 emissoras da América Latina e Caribe. Produtora, repórter e roteirista do Projeto Mar Sem Fim, que percorreu de veleiro a costa brasileira do Oiapoque ao Chuí em mais de dois anos, com programa transmitido todo domingo pela TV Cultura e suas retransmissoras, além da TVE-RJ em três dias.Coordenadora de meio ambiente e cidadania da Rádio Eldorado.

O mundo, porém, vai para a frente graças aos que são otimistas com os pés no chão. É a atitude dos que, como os idealizadores do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro, mostram que no planeta existem soluções práticas que nos levam adiante. Divulgar acertos e possíveis soluções é muito valioso para resolver problemas relacionados ao uso dos recursos ambientais e para melhorar as nossas condições de vida.

Paulo Nogueira Neto – Professor Titular Emérito da USP e Presidente da Câmara Técnica de Biodiversidade e Fauna do CONAMA, Brasil

Mini Currículo: Vice Presidente do International Bee Research Association. Pertenceu (1983-1986) à Comissão Brundtland das Nações Unidas, sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento onde foi um dos 2 representantes da América Latina. Foi 2 vezes eleito Vice-Presidente do Programa O HOMEM E A BIOSFERA (MAB) da UNESCO, com sede em Paris. Exerceu a Presidência desse Programa na Sessão de 1983. Autor de vários livros com inumeros artigos publicados.

Em todo o mundo, o setor da construção é o setor de maior impacto econômico, social e ambiental e para alcançarmos a sustentabilidade faz-se urgente a utilização de modelos e boas práticas que preservem a saúde e a sustentabilidade do planeta. O Benchmarking Ambiental Brasileiro é uma iniciativa primorosa, necessária e essencial para o setor da construção.

Reinhold Holzer – Membro Fundador da Associazione Nazionale di Architettura Bioecologica da Itália e Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica do Brasil, Italia

Mini Currículo: Técnico em bioconstruções pelo IBN – Institut fur Baubiologie + Oekologie Neubeuern (Alemanha) e consultor em construções bioecologicas na Itália e Brasil. É membro fundador da ANAB -Associazione Nazionale di Architettura Bioecologica da Itália e da ANABB – Associação Nacional de Arquitetura Biocológica do Brasil.

As pressões da sociedade para que se persiga o progresso com qualidade ambiental, legitimam o fomento a soluções inovadoras que permitam, simultaneamente, elevar a produtividade dos recursos (matéria-prima, energia, solo, água, mão-de-obra) , gerar emprego e renda e preservar o meio ambiente. A premiação das boas práticas de gestão sócioambiental tem o papel não só de divulgá-las mas também o de animar os “desencantados” do desenvolvimento sustentável.

Regina M. Bueno de Azevedo – pesquisadora do Núcleo de Economia e Administração da Tecnologia (Neat) do IPT, e atua na área de tecnologia e meio ambiente, Brasil

Mini Currículo: Bacharel em sociologia e política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Pesquisadora do Núcleo de Economia e Administração da Tecnologia (Neat) do IPT, atuando na área de tecnologia e meio ambiente.

A participação efetiva do setor privado é fundamental na construção de uma economia mundial sustentável por meio de uma sociedade mais justa e de um planeta mais saudável. O Benchmarking Ambiental Brasileiro é importante porque reconhece as empresas que produzem soluções práticas para esses problemas contemporâneos, incentivando situações de ganho para todas as partes.

Sônia Bruck C. Pereira – Responsabilidade Social da BOVESPA – Bolsa de Valores de São Paulo, Brasil

Mini Currículo: Engenheira civil, mestre em Administração de Empresas pela EAESP/FGV com MBA em Empreendedorismo Social pela FIA/FEA. Coordenadora de Responsabilidade Social da Bovespa – Bolsa de Valores de São Paulo responde pelos programas de Investimento Social Privado da empresa como Bolsa de Valores Sociais e Ambientais e Espaço Esportivo e Cultural Bovespa. Antes de atuar no Terceiro Setor, teve atuação destacada nas áreas de planejamento estratégico e financeiro.

Em meio ambiente não existe oportunidade de ser egoísta nas boas práticas de gestão ambiental. O compartilhamento das informações de melhoria demonstra que a mudança de atitude ambiental está disseminada por toda a empresa.

Wagner Soares Costa – Meio Ambiente da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Brasil

Mini Currículo: Engenheiro Agrônomo e especialista em Produção Mais Limpa pelo CNTL/SENAI-RS, pós graduado em Gestão Ambiental pelo IETEC, professor universitário da disciplina Planejamento e Gestão Ambiental. Gerente de Meio Ambiente da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e Superintendencia de Desenvolvimento Empresarial – SDE.