Comissão Técnica 2018

CT_2015_GIF_COM_LOGOEspecialistas de vários países selecionam as melhores práticas em conformidade com a metodologia do Programa Benchmarking Brasil que tem o reconhecimento da ABNT. A Comissão Técnica é renovada anualmente e não repete nomes. Para assegurar visão global nas avaliações, um terço de seus componentes pertencem a outras nacionalidades e/ou estão neste momento morando fora do país. São especialistas, pesquisadores e/ou lideranças atuantes da área. Nomes respeitados no cenário nacional e internacional. O Programa contabiliza até edição anterior, contou com a participação voluntária de 205 especialistas de 23 diferentes países na comissão técnica.

Conheça os integrantes da CT 2018 (perfil e depoimento em ordem alfabética) que selecionarão os cases Benchmarking para o XVI Ranking dos Detentores das Melhores Práticas Socioambientais do Brasil. Clique na foto para ser remetido ao perfil e frase. 

beatriz carolina claudia daniel
Beatriz Luz 

São Paulo/Brasil

brasil

Carolina Yazmín

Santiago/Chile

Claudia Valenzuela 

Brasília/Brasil

brasil

Daniel Kieling

Paris/França

diana gustavo isabella jorge
Diana Patricia Muñoz

Bogotá/Colombia

Gustavo Pinheiro

Rio de Janeiro/Brasil

brasil

Izabella M. Teixeira

Araruama/Brasil

brasil

Jorge José M. Rodrigues

Lisboa/Portugal

maira

marco philippe rejane
Maira Petrini

Porto Alegre/Brasil

brasil

Marco Follador

Ispra/Itália

Philippe Thibault

Cayenne/Guiana Francesa

Rejane Pieratti

Brasília/Brasil

brasil

suzana

Suzana de Pádua

Brasília/Brasil

brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMISSÃO TÉCNICA 2018

Perfil e depoimento

Ordem Alfabética

Não estamos mais falando de uma era de mudanças mas uma mudança de era e para esta nova era precisamos realiavar os processos produtivos,  redefinir produtos e serviços e rever nossos valores. Surge um cenário macro-econômico de desenvolvimento que requer um novo mind set e novos modelos de negócio. O Programa Benchmarking Brasil certamente é um excelente fórum para alavancar a discussão, pois a transição para a Economia Circular começa pela consciência de que este modelo mais restaurador faz sentido economicamente, gera diferencial competitivo e garante a sobrevivência das empresas.

Beatriz Luz – São Paulo, Brasil

Mestre em Engenharia Ambiental pela Surrey University na Inglaterra, com 10 anos de experiência internacional na área de sustentabilidade estratégica. Tornou-se pioneira ao introduzir o debate de Economia Circular na indústria química brasileira e desde 2015 vem rodando o Brasil com a consultoria especializada Exchange4Change Brasil influenciando a prática da Economia Circular junto a colaboradores internacionais, co-criando e adaptando conceitos a realidade brasileira. Lançou o 1o livro sobre o tema em português com especialistas holandeses, levou o debate ao mundo do design brasileiro junto ao colaborador inglês Forum for the Future, formou o Núcleo Brasileiro de Economia Circular, e vem desenvolvendo trabalhos pioneiros para a transição circular junto ao Consulado da Holanda, FIRJAN, ABIPLAST, ABStartup, Casa da Moeda do Brasil entre outros.

A sustentabilidade veio para ficar. A sociedade como um todo está cada vez mais sensibilizada e interessada em sustentabilidade. Muitas oportunidades surgem para empresas sustentáveis: É um bom negócio, melhora a reputação, aumenta a competitividade, tem um impacto positivo no meio ambiente e na sociedade, entre outros. O Programa Benchmarking é um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade que durante 16 anos, tem certificado através da sua metodologia reconhecida, as empresas e gestores pelas suas melhores práticas socioambientais do Brasil. Estas práticas são compartilhadas e inspira e motiva a muitas empresas e pessoas na busca das inovações e práticas sustentáveis. Os projetos e práticas tem uma conexão como alguns dos importantes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Carolina Yazmín López García – Santiago, Chile

Representante da ONU Meio Ambiente Iniciativa Financeira (UNEP FI) no Chile, liderando a agenda de Finanças Sustentáveis ​​no país, juntamente com outros atores relevantes, através da facilitação do diálogo público-privado para desenvolver e ampliar o conhecimento e as habilidades técnicas que geram desenvolvimento mais sustentável nas instituições financeiras e no nível do país. Carolina também é Coordenadora a nível mundial do Departamento de Treinamento do UNEP FI. Ela ingressou no UNEP FI em julho de 2009 e trabalhou na sede da ONU Meio Ambiente em Genebra (Suíça), em Nova York (EUA) e atualmente está em Santiago do Chile. Ela é economista da Universidade de Alicante (Espanha) e tem um Mestrado em Ciências Políticas e Internacionais das Universidades de Lausanne e Genebra (Suíça). Durante o mestrado, completou um estágio de meio ano no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Genebra. Carolina foi voluntária na ONG suíça “Enfants du Monde”. Em Espanha, foi voluntária no Departamento de Cooperação Internacional da Cruz Vermelha e foi palestrante em um programa de rádio semanal em Alicante. Carolina foi palestrante em cooperação internacional em Espanha e em finanças sustentáveis ​​em vários países, como Argentina, Chile, Costa Rica, Holanda, Paraguai e Uruguai.

Alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é um compromisso de todos, inclusive do UNOPS. Identificar e difundir as boas práticas de sustentabilidade, como faz o Programa Benchmarking Brasil, é essencial para chegarmos a 2030 sem deixar ninguém para trás.

Claudia Valenzuela – Brasília, Brasil

Mestre em Educação com especialização em Responsabilidade Social Corporativa.  Tem sólida experiência com assuntos governamentais e projetos de cooperação internacional, tanto em agências da ONU quanto em instituições governamentais. Atualmente é a responsável da UNOPS (United Nations Office for Project Services)  no Brasil.

daniel

O próprio conceito de Sustentabilidade mesmo complexo é adaptável e dinâmico. Nesse sentido a constante revisão de paradigmas se faz obrigatória, sobretudo no âmbito do desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental. O Programa Benchmarking Brasil é hoje uma ferramenta essencial, não somente para medir o avanço do país na agenda do Desenvolvimento Sustentável, mas também para incentivar o diálogo e o pensamento estratégico das instituições rumo a uma sociedade mais equitativa.

Daniel Kieling – Paris, França

Biólogo com pós-graduação em Gestão de Negócios e mestrado em Desenvolvimento Sustentável. Fotógrafo amador da vida selvagem e Consultor Especializado em mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, políticas públicas, serviços ecossistêmicos e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Foi Consultor da Conservation Strategy Fund, e Pesquisador Associado da Conservation International. Atua por quase uma década em temas da sustentabilidade e meio ambiente com stakeholders dos setores público, privado, e do terceiro setor em vários países (Brasil, Austrália, França). 

diana

Todos os atores da sociedade (Estado, empresa e sociedade civil) têm um grande desafio frente aos desafios da agenda 2030. E nesse sentido, a imparcialidade, transparência e credibilidade da metodologia do Programa Benchmarking Brasil é um passo adiante para construir entre todos um futuro melhor. Ser capaz de conhecer as boas práticas corporativas, poder avaliá-las através de um olhar de controle social sobre elas, não só permite exaltar e reconhecer o trabalho realizado, mas também compartilhar com outras empresas o entusiasmo de assumir a responsabilidade por suas próprias práticas e buscar a excelência contribuindo para o fortalecimento dos princípios da sustentabilidade para todos.

Diana Patricia Niño Muñoz – Bogotá, Colombia

Doutorando em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidade de Granada, Espanha. Mestrado em Estudos Interdisciplinares em Desenvolvimento na Universidade de Los Andes, Colômbia, com distinta tese e Especialista em Organizações, Responsabilidade Social e Desenvolvimento da mesma universidade. Economista e graduado em filosofia e humanidades pela Universidade Sergio Arboleda, Colômbia, formou-se com honras de Suma Cum Laude em ambas as carreiras. Ela foi a vencedora do Portfolio Award 2010 – Melhor categoria de estudantes universitários na Colômbia. Atualmente é pesquisadora-professora da Escola de Economia da Universidade Sergio Arboleda e editora da Revista Civilizar de Negócios e Economia. É membro do Comitê Geral de Pesquisa da Universidade Sergio Arboleda. Ela é autora e co-autor de vários artigos e capítulos de livros. Ele apresentou diferentes trabalhos a nível nacional e internacional em seus tópicos de pesquisa, dos quais destacam-se as obras relacionadas à responsabilidade social, humanismo cívico, desenvolvimento humano e qualidade institucional na Colômbia. Ele também trabalhou como professor em diferentes universidades da Colômbia no nível de graduação, especialização e mestrado. Ele também tem experiência de consultoria em questões relacionadas à conscientização sobre o controle do tabagismo, a avaliação dos impactos sociais, os objetivos de desenvolvimento do milênio e a responsabilidade social corporativa. Ela também atua como diretora acadêmica da empresa RedH Consultores S.A.S.

O consenso científico construído ao longo do século XX e início do XXI não deixa dúvidas quanto à urgência do redirecionamento do modelo de desenvolvimento global. A mudança do clima do planeta é o sintoma mais óbvio. A sociedade terrestre precisa mitigar as causas e se adaptar aos impactos da mudança do clima. Identificar, dar visibilidade e replicar as melhores práticas e modelos de negócios é primordial para a construção de uma nova economia que não socialize externalidades negativas. O modelo de negócio sustentável do século XXI incorpora os princípios da economia circular, regenerativa e de baixo carbono.

Gustavo Pinheiro – Rio de Janeiro, Brasil

Coordenador do Instituto Clima e Sociedade (iCS). Tem mais de 15 anos de experiência profissional, mais de 10 deles dedicados à temática de mudança do clima, meio ambiente e direitos humanos, em instituições da sociedade civil como o Instituto Socioambiental e The Nature Conservancy. Participou de diversos processos de elaboração de políticas públicas relacionadas à Mudança do Clima, como a elaboração da estratégia nacional de REDD+, a defesa do Código Florestal, análises dos compromissos brasileiros no âmbito do UNFCCC entre outros. Possui também experiência no setor privado, tendo atuado em consultoria empresarial e no setor financeiro, junto ao ABN-Amro Bank. Antes de se juntar ao iCS Gustavo fundou, nos Estados Unidos, o fundo de investimento de impacto Bratus Natural Capital.

O Programa Benchmarking Brasil tem papel estratégico para um novo engajamento político e econômico na agenda global de sustentabilidade. O mundo globalizado no Século XXI busca por soluções sustentáveis e de baixo carbono que promovam o desenvolvimento mais justo, menos desigual, competitivo, inclusivo, inovador e que aproxime as sociedades e os seus indivíduos. Não há como avançarmos sem um forte e permanente engajamento dos setores de negócio e financeiro.

Izabella Monica Teixeira – Araruama, Brasil

Bióloga (UnB) com mestrado em Planejamento Energético e doutorado em Planejamento Ambiental (COPPE/UFRJ). Exerceu cargos de liderança no IBAMA e no Governo do Estado do Rio de Janeiro, e foi Ministra do Meio Ambiente do Brasil no período 2010/2016. Foi Professora Universitária em programas de pós-graduação e cursos ambientais, e em 2013 recebeu o prêmio “Campeões da Terra”, na categoria Liderança Política, entregue pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Isabella também assinou o prefácio do livro BenchMais2 em 2011, que é o segundo volume da série BenchMais – As Melhores Práticas da Gestão Socioambiental do Brasil do Programa Benchmarking.  Atual Presidente do Conselho de Meio Ambiente e Mudança do Clima da ACRJ,  Co-Chair do Painel Internacional de Recursos da ONU – IRP/UNEP, e Senior Fellow para Sustentabilidade, Mudança do Clima e Agricultura do Centro Brasileiro de Relações Internacionais – Cebri.

Os conceitos desenvolvimento sustentável e responsabilidade social das organizações estão intrinsecamente ligados, ainda que se situem em níveis diferentes. O desenvolvimento sustentável é um conceito macro (econômico e social) à escala planetária, que não tem fronteiras e o qual não se relaciona diretamente com uma organização, em concreto. Contudo, não é por isso que esta não deve contribuir para aquele, através das boas práticas nas suas atividades diárias. Estas têm impacto no mundo biofísico e são, por sua vez, afetadas por este. A capacidade de controlar esta inter-relação potencia o desenvolvimento econômico e social, pelo que se espera que haja o equilíbrio necessário entre a trilogia – atividade humana, desenvolvimento e proteção do ambiente – exigindo-se uma repartição de responsabilidades equitativa e claramente definida, relativamente ao consumo e aos comportamentos face ao ambiente e aos recursos naturais.

Jorge José Martins Rodrigues – Lisboa, Portugal

Professor Coordenador no Instituto Politécnico de Lisboa. Licenciatura em Organização e Gestão de Empresas (ISCTE); Mestre em Ciências Empresariais (ISCTE) e em Sociologia Económica e das Organizações (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), Doutor em Gestão (ISCTE). Exerceu funções de gestão no sector privado, público e cooperativo, por mais de quinze anos. Como atividade científica participa em júris de doutoramento e de mestrado, intervém em eventos científicos com apresentação de comunicações. Tem artigos publicados em revistas, e é autor de livros, papers. Tem interesses de investigação e de ensino nas áreas de gestão global e estratégia, governabilidade organizacional, responsabilidade social e ética das organizações, marketing, finanças empresariais, planeamento e controlo de gestão, avaliação do desempenho das organizações, empresas familiares.

 

A crescente desigualdade social e as mudanças climáticas que afetam inúmeras pessoas em todo o mundo exige uma busca constante de alternativas que possam gerar mudanças e serem transformadoras dessa realidade. Neste cenário, buscamos cada vez mais por soluções que promovam mudanças no contexto social, nas quais novas instituições e sistemas sociais são criados em uma lógica que se move do indivíduo para a coletividade.

Maira Petrini – Porto Alegre, Brasil

Pós-doutorado na HEC Montreal – Canadá (2017), doutorado em Administração pela Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas – SP (2006) e mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999). Professora do Programa de Pós-Graduação em Administração da PUC RS, tem mais de 20 anos de experiência na área de Sistemas e Tecnologia de Informação, tendo atuado corporativamente em empresas como Procergs, Hospital Israelita Albert Einstein e IBM e realizado consultoria ad hoc em sistemas de Bussines Intelligence. Nos últimos 11 anos tem desenvolvido trabalhos e pesquisas na área de Administração, com ênfase em temas relativos a sustentabilidade e sua adoção estratégica nas empresas, negócios de impacto, economia compartilhada e inovação social. Atualmente é líder do grupo de pesquisa Sustentabilidade e Negócios com Impacto Social e coordena projetos de pesquisa nestas temáticas.

Num contexto de mudanças do clima cada vez mais premente, o desenvolvimento sustentável e resiliente é hoje uma condição indispensável para a competitividade de qualquer sistema produtivo.

Marco Follador – Ispra, Itália

PhD Europeu em Engenharia dos Georrecursos (Unibo, Itália) e Gestão Territorial (Geode CNRS, França), especialista em Inovação e Tecnologia (FDC, Brasil), possui mais de 15 anos de experiência na avaliação e implementação de políticas no setor público e privado. Participou como especialista sênior das discussões para elaboração do sexto relatório do IPCC (WG2-Vulnerable Groups, Nairobi 2017) e do Sendai Framework (UNISDR – Global Risk Assessment, Genebra 2017). Funcionário da Comissão Europeia – Instituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade – JRC, trabalha na área de adaptação às mudanças do clima e na avaliação do risco e vulnerabilidade, com foco em áreas urbanas. Integra a equipe de Bioeconomia da Comissão Europeia, visando avaliar possíveis cenários e impactos das políticas e planos de  desenvolvimento  nos setores energéticos, de produção de materiais e alimentos. Em 2017, fundou a ALSO, empresa de consultoria focada na definição e avaliação de políticas de coesão territorial e produtiva que considerem fatores socioeconômicos e ambientais, riscos climáticos, estratégias de investimento, dentre outros.

Acredito que o diálogo pode transformar qualquer pessoa ou entidade maior. É uma questão de conhecimento embasado, dedicação e tempo para que qualquer um entenda o sentido da palavra Sustentabilidade e passe a transformar o seu entorno num mundo mais justo, por meio de uma economia criativa e um maior cuidado com o meio ambiente. 

Philippe Thibault – Cayenne, Guiana Francesa

Engenheiro ambiental com mestrados em gestão de água doce e Responsabilidade Social Corporativa. Atua há mais de 10 anos na área socioambiental, trabalhando na França, Reino Unido e Brasil gerenciando projetos internacionais nos setores público, privado e da Sociedade Civil Organizada (ONG). Atualmente lidera a Cooperação para a sustentabilidade na WWF da Guiana Francesa.

Não temos mais tempo para continuar com a antiga visão de que os recursos naturais são infindáveis, nem com a total falta de consciência sobre os impactos negativos das formas de produção e de consumo até então adotadas. O Programa Benchmarking Brasil é importante porque vem colocando em evidência ações que incentivam novas ações, e colabora assim para um imprescindível novo olhar sobre a sustentabilidade, que inclui a responsabilidade e a participação de todos.

Rejane Pieratti – Brasília, Brasil

Especialista em marketing (FGV) com especializações em Responsabilidade Socioambiental, Gestão Ambiental, Auditoria Líder em Sistema de Gestão Ambiental ISO 14.000 e Gestão do Terceiro Setor. Há mais de 20 anos atua como consultora em projetos socioambientais, implementando Programas de Gestão Ambiental. É também professora em cursos de pós-graduação na área de Elaboração de Projetos. Atualmente é Diretora do Departamento de Desenvolvimento, Produção e Consumo Sustentáveis no Ministério do Meio Ambiente.

O mundo precisa cada vez mais de bons exemplos que beneficiem a coletividade com harmonia, justiça e beleza. A experiência Benchmarking condiz com esses valores, ao ressaltar gente que faz com excelência. É como uma fonte de energia e esperança, cujos exemplos práticos mostram ser possível um mundo melhor. Trabalhar com conservação da natureza e sustentabilidade é trabalhar com a vida. Precisamos um novo olhar que nos levem a um despertar para o que estamos deixando esvair por razões sem importância, mas que vêm regendo as escolhas humanas. Ao receber o Benchmarking Pessoa em 2017 foi um reconhecimento de que esta é uma causa valiosa que merece atenção. A honra foi ainda maior quando percebi a seriedade da proposta e os parâmetros extremamente criteriosos de seleção. Agradeço em meu nome e em nome da natureza brasileira que ouso representar neste pequeno texto, e aplaudo a trajetória Benchmarking, iniciativa que por sua grandeza merece ampla consagração.

Suzana de Pádua – Brasília, Brasil

Doutora em desenvolvimento sustentável pela Universidade de Brasília e Mestre em educação ambiental pela Universidade da Flórida (EUA). Atua em educação ambiental desde 1988, e já recebeu inúmeros prêmios nacionais e internacionais como: Visionaris-UBS 2018, Wildlife Conservation Award do Cincinatti Zoo & Botanical Garden e Margot Marsh Award da International Primatological Society em 2016; foi Baccardi Scholar na Universidade da Flórida em 2015, Empreendedores Sociais 2009 da Folha de São Paulo e Schwab Foundation; X Prêmio Cidadania Mundial Bahá’i de 2007; Prêmio Ford Motor Company de Conservação Ambiental em 2006; Prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil pela Forbes, Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil em 2005; Revista Claudia de 2002; Ambientalista da Conde Nast Traveler dos EUA em 2003, além de bolsa pela Education for Nature do WWF-US, entre outros. É co-fundadora e presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e ajudou a criar a Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade – ESCAS. Suzana foi Benchmarking Pessoa em 2017.

  

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Legítimos da Sustentabilidade

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