Comissão Técnica 2019

CT_2015_GIF_COM_LOGOEspecialistas de vários países selecionam as melhores práticas em conformidade com a metodologia do Programa Benchmarking Brasil que tem o reconhecimento da ABNT. A Comissão Técnica é renovada anualmente e não repete nomes. Para assegurar visão global nas avaliações, um terço de seus componentes pertencem a outras nacionalidades e/ou estão neste momento morando fora do país. São especialistas, pesquisadores e/ou lideranças atuantes da área. Nomes respeitados no cenário nacional e internacional. O Programa contabiliza até edição anterior, a participação voluntária de 219 especialistas de 25 diferentes países na comissão técnica.

Conheça os integrantes da CT 2019 (perfil e depoimento em ordem alfabética) que selecionarão os cases Benchmarking para o XVII Ranking Benchmarking dos Detentores das Melhores Práticas Socioambientais.  Clique na foto para ser remetido ao perfil e frase. 

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Beto Pires Ferreira 

Lisboa/Portugal

Carlos A. Nobre 

S.José dos Campos/Brasil

brasil

Carlo Linkevieius Pereira 

São Paulo/Brasil

brasil

Cláudio J. de Andrade 

São Paulo/Brasil

brasil

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Fernanda Ballve Ebert 

Cidade do México/México

Fernanda Gimenes 

Londres/Reino Unido

Flávio Hourneaux Junior 

São Paulo/Brasil

brasil

Julika Montecinos

Friedrichshafen/Alemanha

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Luiz Gabriel Azevedo

Washington/EUA

Renato de Castro 

Padova/Itália

Rodrigo Bertoccelli 

São Paulo/Brasil

brasil

 

COMISSÃO TÉCNICA 2019

Perfil e depoimento

Ordem Alfabética

 

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Beto Pires Ferreira – Lisboa/Portugal

Mestre em Administração de Empresas (Escola de Negócios da UFRJ) com especialização em Responsabilidade Social Corporativa (Harvard Business School).   Liderou a Associação de Empreendedores Amigos da UNESCO e produziu campanhas que lançaram a Endeavor, Todos Pela Educação, Together For Girls na Africa e na Asia em parceria com a Fundação Clinton, ONU e os governos americanos e canadense. Atual CEO na Sustainable Society Initiative, consultoria de transformação de marcas e negócios através da sustentabilidade. Lisboa/Portugal

Um enorme potencial do Brasil e dos demais países tropicais praticamente inexplorado é desenvolver uma inovadora bio-economia baseada na nossa imensa biodiversidade com as modernas, portáteis e acessíveis tecnologias da Quarta Revolução Industrial. O Brasil pode e deve liderar este esforço inovador e buscar torna-se país desenvolvido com base nesta mudança de paradigma. Temos que vencer o desafio de imaginação de nos enxergarmos como uma Potência Ambiental da Biodiversidade

Carlos A. Nobre – São José dos Campos/Brasil

Engenheiro eletrônico (ITA) e PhD em Meteorologia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Foi pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) do Brasil por mais de 30 anos. Foi Secretário Nacional de Política de I & D do Ministério da Ciência e Tecnologia, onde criou em 2011 o Centro Nacional de Monitorização e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN). Foi Presidente da Agência Federal de Educação de Pós-Graduação (CAPES) do Brasil, e atuou em comitês científicos internacionais, como o Conselho Consultivo de Alto Nível de Ciência do Secretário Geral da ONU sobre Sustentabilidade Global (2013-2016). Atualmente é membro do Comitê Gestor Conjunto (JSC) do Programa Mundial de Pesquisa Climática (WCRP) e do Conselho Econômico sobre Saúde Planetária da Fundação Rockfeller. É membro da Academia Brasileira de Ciências, da Academia Mundial de Ciências (TWAS) e membro estrangeiro da Academia Nacional de Ciências dos EUA, e participou de muitos relatórios do IPCC.

Um dos desafios da Ação Contra a Mudança Global do Clima é a internalização do conhecimento em todas as esferas das organizações

 

 

Carlo Linkevieius Pereira – São Paulo/Brasil

Químico com mestrado em Administração de Empresas (Leuphana University of Lüneburg) e em Ciências Ambientais (USP).  Atua há mais de 15 anos em questões de sustentabilidade, com foco em mudanças climáticas, energia, estratégia de sustentabilidade e investimento social. Atual Diretor Executivo na Global Compact Network Brazil, e Presidente do Conselho Regional de Redes Locais América Latina e Caribe da United Nations Global Compact.

As empresas brasileiras têm avançado de maneira significativa no reconhecimento do impacto que causam na sociedade e, portanto, no próprio negócio.  – Não há empresa de sucesso em sociedades que fracassam! Por esse motivo reitero a importância do alcance das ações de sustentabilidade como um dos pilares de ratificação dos negócios, incluindo regulamentações de mercado, a prestação de contas do dinheiro investido e a transparência nos processos administrativos.  Nesse sentido, o Programa Benchmarking, além de metodologicamente certificado, é um mapa que facilita a análise da informação, da composição de dados, da comunicação e do desempenho de gestão.  É uma oportunidade ímpar para auxiliar o exercício de lideranças públicas e empresariais. 

Cláudio José de Andrade – São Paulo/Brasil

Mestre em Relações Públicas e Propaganda pela Universidade de São Paulo (USP); pós-graduado em comunicação empresarial pela Faculdade Cásper Líbero. Pioneiro ao introduzir o debate da responsabilidade social corporativa aos processos de gestão organizacional como facilitador do Instituto Ethos. Consultor especialista em relatórios de sustentabilidade nos modelos GRI e Relato Integrado <IR>, vem atendendo várias empresas, desde médias à grandes, influenciando a prática de metodologias para inserir a gestão sustentável e atender às demandas sociais e ambientais. Criador da Matriz Ratio sobre a conexão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) às variáveis de riscos e gestão. Formou o primeiro grupo de comunicação da Comissão Brasileira de Acompanhamento do Relato Integrado e vem desenvolvendo conteúdos que integram os ODS às políticas públicas brasileiras. Empreendedor, com 25 anos de experiência em comunicação corporativa, atualmente é CEO da Ratio Inteligência em Sustentabilidade Ltda.

Nunca antes na história a sociedade teve à sua disposição tantas ferramentas para criar e influenciar futuros sustentáveis, seja através de ações coletivas e/ou individuais. Falta o dar-se conta de que somos todos co-criadores do futuro. Falta alinhar estratégias à uma visão de longuíssimo prazo, avaliando como cada decisão impactará a vida de pelo menos 5 gerações futuras e de nosso planeta. O Brasil, pela preservação da nossa natureza, tem a responsabilidade de ser exemplo.

Fernanda Ballve Ebert – Cidade do México/México

Formada em Administração de Empresas pela UNIFACS – SSA, com especialização em Comunicação e Marketing pela ESPM – SP. Certificada pela Houston University – USA em Strategic Foresight e em Creative Problem Solving pela CPSI- USA. Consultora com mais de 20 anos de experiência profissional liderando e treinando times na América Latina, Europa e Oriente Médio nas áreas de Estratégia, Prospectiva – Corporate Foresight e Visão Sistêmica. É Cofundadora da Teach the Future no Brasil, dedicada ao ensino de estudos de futuro aos jovens e Diretora Associada da Tantum Group México, consultoria especializada em valor sustentável.

Reconhecer boas práticas em sustentabilidade vai muito além de divulgar casos de sucesso. Serve como uma oportunidade para promover o diálogo, compartilhar desafios e ampliar o leque de soluções às empresas que desejam embarcar na transição para modelos de negócios mais responsáveis – ambiental, social e econômico. Iniciativas como o Programa Benchmarking Brasil são poderosas ferramentas para promover essa troca entre as empresas e demonstrar como novas (e muitas) oportunidades podem surgir no caminho rumo à economia circular e de baixo carbono.

Fernanda Gimenes – Londres/Reino Unido

Graduada em Relações Internacionais (UnB) com mestrados em Desenvolvimento Sustentável (UnB) e em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela LSE. É doutoranda em Política Ambiental e Desenvolvimento na London School of Economics and Political Science (LSE), onde desenvolve pesquisa nos temas de finanças sustentáveis e mudança do clima. Iniciou carreira no escritório do PNUMA no Brasil e trabalhou para o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Atual consultora do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), na Unidade de Produção e Consumo Sustentáveis coordena o engajamento do setor privado nos Princípios da ONU para Informações de Sustentabilidade dos Produtos.

O Programa Benchmarking Brasil pode colaborar para o entendimento do contexto e dos motivos que levam as organizações a adotarem ações para o desenvolvimento sustentável. Com o disclosure proporcionado por essa iniciativa, é possível conhecer mais sobre as melhores práticas em sustentabilidade das empresas no Brasil, que é fundamental para o presente e o futuro das organizações e seus stakeholders.

Flavio Hourneaux Junior – São Paulo/Brasil

Mestre e Doutor em Administração de Empresas (USP) e Visiting Fellow na Cranfield University. Representante da FEA-USP no PRME – Principles for Responsible Management Education, da Organização das Nações Unidas. É Coordenador Científico do ENGEMA – Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente e Co-Editor da RAUSP – Revista de Administração da USP, e Professor Pesquisador da FEA-USP na área de gestão da sustentabilidade. 

   

Atuar de forma sustentável inclui a reivindicação de lidar com complexidade e dinâmica. Quando os Sustainable Development Goals solicitam uma parceria global para enfrentar desafios e explorar potenciais em comum, significa para as empresas que terão que lidar com stakeholders diferentes e atravessar fronteiras setoriais e culturais para criar valor econômico e social. Respostas locais concretas a questões globais podem ser um ponto de partida para aprender e desenvolver em conjunto. O Benchmarking Brasil oferece uma arena de aprendizado – do qual tenho o prazer de fazer parte.

Julika Baumann Montecinos – Friedrichshafen/Alemanha 

Graduada em Estudos Culturais e Empresariais Internacionais pela Universidade de Passau, doutoranda em Economia com ênfase em Ética Econômica pela Universidade de Hohenheim, e realizou projeto de pesquisa sobre Responsabilidade Social Corporativa para o Ministério Federal do Trabalho e Assuntos Sociais da Alemanha. Atualmente é responsável pela área de Estudos de Gestão Transcultural e Gerente de Relações Externas no Instituto de Excelência em Liderança da Universidade Zeppelin em Friedrichshafen na Alemanha.

 

 

 

 

 

Luiz Gabriel Azevedo – Washington/EUA

Engenheiro civil pela UFBA, com mestrado (M.Sc.) e doutorado (PhD) em Engenharia (Hidrologia e Gerenciamento de Recursos Hídricos) pela Colorado State University, USA. Trabalhou no Banco Mundial entre 1993 e 2007 onde liderou programas de recursos hídricos, meio ambiente, desenvolvimento rural e saneamento na América Latina . Foi Vice-Presidente do WWF Internacional para América Latina, Diretor da International Water Resources Association (IWRA), Diretor, Vice Presidente e Presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), e membro do Conselho Deliberativo do FUNBIO (Fundo Brasileiro de Biodiversidade). Atual Chefe da Divisão Ambiental, Social e de Governança (SEG) do BID Invest, membro do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ao longo de mais de 25 anos de experiência profissional produziu diversos artigos técnicos, artigos para periódicos e revistas, coordenou a produção de livros e escreveu diversos capítulos para diferentes publicações.

O cidadão é a célula única e indivisível de qualquer cidade, por isso a importância de projetos urbanos focados nas pessoas. A evolução para cidades mais inteligentes e sustentáveis acontece somente através de um processo bem planejado e implementado de forma evolutiva e continua

 

Renato de Castro – Padova/Itália

Doutorando em Direito Global na Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), e especialista em cidades inteligentes. Acumula mais de duas décadas de experiência como executivo global na Ásia, nas Américas e na Europa, e já visitou mais de 30 países, dando palestras sobre cidades inteligentes e assessorando governos em projetos urbanos. Atual embaixador Smart Cities no TM Fórum de Londres, membro da Diretoria da ONG Leading Cities, de Boston, e Conselheiro Senior voluntário da International Telecommunications Union (ITU), a agência de informação e telecomunicações das Nações Unidas. 

A responsabilidade ética das empresas no século XXI está em criar lucro fundamentado em boas práticas e com transparência. Ao fazer isso, a empresa agrega valor para a sociedade, proporciona um melhor funcionamento de nosso sistema econômico e cria uma referência de que sim, é possível dar certo, fazendo a coisa certa, do jeito certo. Nesse sentido, o Programa Benchmarking Brasil certamente é uma importante referência para a compreensão de que as empresas pertencem a algo maior, o que também pode ser entendido como responsabilidade ética, social ou socioambiental, absolutamente necessária para a sustentabilidade de seus próprios negócios numa nova economia.

Rodrigo Bertoccelli – São Paulo/Brasil

Graduado e Especialista em Direito Processual Civil pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pós-Graduado em Contratos Empresariais pela FGV-GVLaw e Extensão Executiva em International Management & Compliance pela Frankfurt University of Applied Sciences e Business and Compliance pela University of Central Florida. Atual Presidente do IBDEE – Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial e Sócio no Felsberg Advogados.

 

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Legítimos da Sustentabilidade

Para ver os integrantes das comissões técnicas anteriores, clique nas edições

 

 

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